Lutamos um contra o outro, sem nos preocupar-mos como ficamos no final. Eu adoro-te, eu gosto de ti. E, sempre que estou contigo, sempre que algo na minha cabeça me dá um sinal estranho, de uma sensação esquisita, é quando tudo desmorona e a guerra começa. Pedir desculpas, sobre tudo o que já te disse, não valeria de nada. Não ia resultar em nada. Eu vejo o nosso amor, a crescer, e, ao mesmo tempo, mas diferente deste, a morrer dentro de nós, como se pedisse de nós mesmos, um amor calma e simples, que é tudo menos aquilo que sonhamos, quando estamos longe um do outro.
Temos de fazer um pequenino esforço, sorrir realmente e dizer o que nos vai na cabeça. E eu digo, desculpa, sou mau para ti, mas também não sei como demonstrar o quando te amo, o quanto te queria para sempre, ma conscientemente.

está tão bonito, sabias?
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