Vasculho os céus, por uma estrela. Uma estrela de cores amarelas, de cores laranjas. Não a quero com pontas, pois as pontas magoam e não te quero que piques ou deites sangue. Quero-a redonda, assim não fazes dói-dói nos dedos de menina. Será um presente para ti. Em vez de ser uma outra coisa qualquer, assim com este presente, poderás pendurar no teu quarto, servindo de candeeiro. Pois ela só se liga quando o sol se põem. E cada vez que olhares para elas. Espero que te lembres de mim.
Agora dorme pequenina. Eu fico aqui a ver-te dormir, protegendo-te do monstro que está dentro do armário.

Sem comentários:
Enviar um comentário