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quinta-feira, janeiro 30

Que perdesses esses medos...


Teimas em mandar bocas, teimas em teimar. Teimas em dizer que não tenho nada haver com as tuas coisas, que elas são tuas e só tuas. Teimas em chatear-te e a ir do oito ao oitenta por coisas simples, por coisas pequeninas demais para se fazer logo uma tempestade. Vives com insegurança e eu sofro com ela. Sofro porque não tens razão para ser insegura comigo e apesar de eu saber isto não to consigo fazer entender de que não tenho nada a esconder-te, de que não tenho necessidade de estar constantemente chateado contigo. Detesto quando começas com as tuas coisas, com as tuas manias e teimosias, cheia de medos e sabe-se lá mais o quê e, mos jogas à cara como se tivesse culpa. Como se tivesse culpa por teres medo de algo que nunca consegui até hoje entender, não tenho culpa de seres insegura e agarrada a mim, não tenho culpa que me insultes indirectamente.

Mesmo que te diga que te quero bem, que te quero de sorriso rasgado no rosto, tu parece que tens sempre alguma coisa escondida na manga, parece que esperas pela oportunidade perfeita para que quando eu falhe tu aí me ataques sem dó nem piedade, despindo-me a nu, despindo-me de todos os contra-argumentos que te possa dar, porque só tu nessa tua cabeça de passarinho bonito é que tens razão, sentes que só tu tens razão. Que tens razão para ficares chateada comigo. Que tens razão para me atirares as coisas me atirares à cara. Mas não tens razão nenhuma para teima, não tens razão para ter razão, não tenho culpa que tenhas tudo isso que te afecta a nível pessoal e profissional. Não tenho culpa e preciso de te dizer que ou aprendes aquilo que te quero ensinar e aquilo que tu sempre me pediste para que te ensinasse ou tenho pena de te dizer que gostava que tivesses mais vida dentro de ti e que não visses só as coisas negativas. 

Eu sei que nem tudo é perfeito, que não temos um castelo, mas tenta imaginar, sim?
Não é assim tão difícil sorrir um bocadinho todos os dias. Também a mim me dói a cabeça, também a mim me atacam os maus olhados, também a mim me acontece tanta merda e mesmo assim, eu continuo a sorrir para ti. Continuo a tentar colocar todos os dias um sorriso nesses olhos, um beijo nesses lábios e uma esperteza qualquer dentro dessa tua cabecinha que só sabe é magicar coisas para me magoar.

Gostava que perdesses esses medos todos e começasses a arriscar mais na tua vida.

terça-feira, janeiro 28

Seremos assim tão frágeis...


E quando choras eu não estou ao teu lado para te amparar, para te acudir num gesto tenro e delicado. Não estou e isso faz-me sentir tão mal, faz-me sentir tanta raiva de mim mesmo. Porque eu não cheguei a tempo, porque não estava lá, porque não te apertei com doçura entre os meus braços, porque faltei com um beijo, com um ombro, com uma palavra carinhosa, com algo que fizesse sentido naquele momento em que precisavas de apoio, de mimo, de segurança e bem estar.

Quando te jogas contra o meu peito para me maltratar, para me calar, para me dar dores no coração, as tuas palavras são capazes de deixar cicatrizes. Nesses momentos eu mal consigo respirar, mal consigo soltar uma palavra que seja na tua direcção. Sinto que mereço. Mereço mas por pouco tempo, porque tento logo dar a volta para que se acanhe em ti um sorriso. Prefiro ver-te sorrir do que a chorar de tristezas. E se alguma vez eu for o motivo para a tua tristeza diz-mo na cara, diz-mo, pois prefiro poder sabe-lo da tua boca e discutir o que de mal te faço e tentar mudar, do que acabar por sofrer ao descobrir quando já não estiver contigo. Eu 

Se tu saltares eu salto também.
Se tu arriscares eu arrisco também.
Se eu arriscar tu também arriscas?
Se eu saltar tu também saltas?

Seremos assim tão frágeis para nos escondermos por de trás de paredes criadas dentro da nossa mente? Eu julgo que está na altura de as deitar abaixo e deixar o monstro sair...

domingo, janeiro 26

Deste mais do que eu podia ter pedido...


Gostava de te poder dizer que nunca fui uma perda de tempo. 
Que me deste mais do que eu podia ter pedido.

E por muito estranho e cruel que alguma vez pude ter sido para ti, talvez era porque nessas alturas eu não me lembrava da maravilhosa pessoa que tu eras para mim, das coisas boas que me deste, das lágrimas de felicidade e das bofetadas no rosto quando te respondia torto, ou quando as palavras me saiam sem lhes medir a força e a dor que pudessem causar. Já fui mau, já fui bom, já fui tudo e ao mesmo tempo nada. Pude sempre achar-me um falhado, um completo louco ou desvairado, mas quando me seguravas no teu colo e olhavas com esses olhos brilhantes para mim, eu era tudo para ti, era a coisa mais perfeita que podias ter tido nos braços, que foi a melhor coisa que te podia ter acontecido na vida.

Apesar de querer ser sempre perfeito eu já mais irei esquecer das palavras de aconchego que me davas quando ia chorar para o teu colo, para os teus ombros, ou dos dias em que estava doente tu vinhas para perto de mim com um estranho sorriso, com um sorriso que só tu entendias, porque ao olhares para mim tu vias que estava mal, mas que com o teu amor, com esse teu carinho e a amabilidade sobre as pontas dos teus dedos, todos os males que me tinham atacado e deixado em tal estado deplorável, rapidamente me iria soltar.

Sempre foste capaz de enfrentar a escuridão para me dela tirares.
Sem ti perco-me, sem ti caio, sem ti sinto-me desamparado.

Obrigado, Mãe!

sábado, janeiro 25

Quando estou longe de ti...


Não me importa o tempo, não me importa o dinheiro nem as noites mal dormidas, desde que no fim me prometas que estarás comigo, que me irás abraçar e deixar sobre os meus lábios um ultimo beijo teu ficarei feliz. É estranho e ao mesmo tempo tão bom saber que independentemente de como sais vestida comigo, ou a maneira como te arranjas para sair, ficarei sempre com a ideia de que nada te precisa de ficar bem, que de alguma maneira o teu sorriso acaba sempre por tornar o teu interior sempre mais importante. Mas para te ser sincero gosto de te ver confiante, e tu dás-me a confiança de que preciso. Sinto-te como uma irmã, é tudo muito estranho, porque não estou contigo por gostar do que és por fora, mas sim porque te prefiro pela companhia, pela pessoa que és por dentro e por aquelas coisinhas que sinto na barriga quando me olhas nos olhos e sorris carinhosamente.

Beija-me, beija-me nem que seja sobre as bochechas. Eu posso sonhar, mas pelo menos sonho alegre. De que me vale acordar quando este sonho está a ser tão maravilhoso? E mesmo que não seja, porque raio é que não encontro a rapariga que me dá tantas alegrias como tu? Onde está a rapariga que me aceita como sou? Onde está? Onde anda? Mesmo que caia de joelhos eu continuarei a lutar para a encontrar. 

Não digas que sou eu que te protejo porque no nosso caso é mais ao contrário. Sabes ser decidida, sabes pegar o problema pelos colarinhos e dar umas valentes bofetadas quando é necessário. Sabes usar a voz e o seu tom. Mesmo que eu te defenda, tu preferes fazê-lo comigo, como se fosse o teu bebé, a tua coisa mais preciosa, como a mãe a um filho. Arreganhas o dente e mostras quem manda, mantens-te sempre ao meu lado e nunca à minha frente. Por ti eu punha este mundo de pernas para o ar. Deitava fogo ao céu e fazia apagar o brilho de todas as estrelas.

Eu não me quero sentir morto como me sinto por dentro quando estou longe de ti. Não quero que me partas o coração, não quero que me jogues ao chão. Eu prometo pela minha vida que eu irei ficar bem, bebé eu irei ficar bem. Eu prometo que esta não será a ultima vez porque eu consigo crescer a amar uma mentira enquanto não encontrar uma verdade para amar. Aprendi a sorrir dentro de mim.

Eu ando a perseguir algo mas não sei bem o que é. 
Talvez seja uma mera sombra tua. Talvez.

quarta-feira, janeiro 22

Nunca quis esta distância...


Nunca quis esta distância, este silêncio entre nós. Acho que ninguém realmente quer distancia e solidão, silêncio e uma falta qualquer de aconchego, de mimo, de amor, de paixão, de beijos e sorriso. 

Por vezes sinto que te foste embora para sempre, mesmo que possa estar contigo e sair contigo, parece que tu já tomaste a tua vida, já meteste um pé à frente do outro e... E eu tenho de seguir com a minha, mas torna-se tão difícil não te ter aqui, não te poder ver todos os dias. Mas o que agora me importa é saber que estás bem, porque, mesmo que para mim me custe olhar para a frente eu tenho planos para o futuro e penso que isso é o melhor que posso fazer para seguir com a minha vida. 

Fico preocupado ao pensar que poderei não voltar a encontrar-te na minha vida, ou pelo menos, conhecer alguém como tu, que cause um impacto tão forte e vincado como tu causaste quando te reencontrei. Talvez um dia a vida me sorria de outras maneiras, talvez um dia deixe de procurar e assim alguém como tu poderá aparecer. Até lá, vou observando as gentes, levando nãos atrás de nãos, até que alguma por fim me diga que sim e daí possa arrepiar-me todo por saber que a vida finalmente sorrio, mesmo que por um bocadinho.

segunda-feira, janeiro 20

Contigo...


Contigo é sempre tudo tão mágico. Consegues colocar no meu rosto um sorriso engraçado. Consegues por as minhas bochechas a corar, mesmo que a distancia nos separe tu tens esse efeito em mim. Alegro-me quando tu me inspiras a ser melhor, quando me motivas a escrever coisas de outra maneira, a tornar melhor tudo aquilo que sou. És especial e importante. Mesmo que as nossas personalidades choquem uma na outra, tudo vai lentamente compondo-se à nossa maneira, ao nosso jeito de que as coisas voltem a resultar.

O apoio mutuo faz com que cresçamos e com isso possamos saber como nos dirigirmos aos outros. Por vezes a tua língua doce tornasse demasiado destrutiva. Outras alturas quem ganha a vez de ter o lenço na mão para fazer maldades sou eu, e não escapo às tuas opressões, aos teus indelicados ataques e contra-ataques. Já os meus estoiram contigo, estoiram com a tua pessoa e isso faz-te chorar, faz com que te feches no quarto de banho chorando baba e ranho e quando a realidade se abate sobre ti, abres a porta, completamente ranhosa, cabelo despenteado e de braços abertos recebo-te com um carinho, com um sentimento de tristeza, vamos para o sofá os dois conversar sobre o que acabou de acontecer tentando perceber no que pudemos nós melhorar.

Quando comentamos as atitudes um do outro fartamos-nos de rir, pelas expressões, pelas palavras, por tudo. És-me estranha e ao mesmo tempo conheço-te tão bem.

sábado, janeiro 18

É nele que choro...


O segredo nos teus gestos, a agradável maneira como os teus finos dedos tratam as coisas, como se fossem coisas vindas de ti, feitas por ti com carinho, quase como se fossem teus filhos. Como posso eu olhar para a frente quando ao colocar os olhos no passado eu me encanto com a maneira maravilhosa de como foste tão querida para mim, tão simpática, tão humana, tão extremamente inovadora, inspiradora e imparável de me dar novo animo, nova ânsia de viver. Eu quero olhar para o presente com os mesmos olhos com que olho o passado, mas eu tenho medo de ao largar o passado que deixe de ser feliz, deixe de sentir o calor do teu saudoso corpo sobre o meu, o de não voltar a saber de cor os teus lábios, os teus jeitos, o teu calor, o teu cheiro, a tua amável personalidade. E isso deixa-me sem saber o que fazer, porque por vezes ao olhar para a frente tu não estás lá e, o meu maior medo é não encontrar ninguém como tu foste e continuas a ser para mim. Talvez o melhor a fazer seja largar a tua mão e olhar em frente, meu amor.

Embalas-me com tanto carinho quando sorris. 
É nele que penso, é nele que choro e, é nele que ganho força para viver.

Deixa cair um beijo...


Sei-te o tom de voz de cor e o que mais me agrada é que nunca se alterou desde o dia que te conheci, continua a ser sempre o mesmo, continua a ser aquele tom de voz suave e delicado, decidido e por vezes indefeso, mas sempre com um à vontade com as palavras que mais ninguém tem. Eu conheço de cor os teus lábios apesar de os beijar pouquíssimas vezes, sei as palmas das tuas mãos muito pouco, o que melhor te conheço é o rosto, mais exactamente meu amor, os teus olhos da cor âmbar.

Enquanto dormes eu beijo-te as bochechas, estou de frente para ti e observo-te a dormir, vejo os teus lábios um contra o outro, vejo o teu rosto de bebé, vejo o rosto totalmente descontraído contra a almofada, ficas tão querida enquanto dormes. Mimo-te com as costas dos dedos sobre as tuas bochechas e de vez em quando acaricio-te os cabelos louros. Sorrio a olhar para ti nesse estado de conforto total. Sinto-te viva, sonhadora, aventureira, lutadora. Sinto tanto e queria-te por mais outro tanto.

Quando não te toco sinto-me cair, quando não te beijo sinto-me perdido, quando não te tenho fico cego.
Quando deixares de existir dentro de mim, haverei de morrer. No dia da tua morte, caso sejas tu a minha companheira e, caso não tenha tido tempo para te dedicar o que sempre te quis dedicar, que faça de ti rainha, que a coroa te seja posta com jeito, que seja feita uma estátua em tua homenagem e o teu nome para sempre fique gravado na pedra.

Escrever sobre ti é sempre tão bom, sabe-me sempre tão vem. Torna-te real meu amor, torna-te real e todas as palavras que escrevo aqui para ti, ser-te-ão ditas com orgulho, os gestos serão dados com prazer, e todos os mimos que escrevo serão feitos sobre o teu corpo.

Deixa cair um beijo teu sobre os meus lábios.

segunda-feira, janeiro 13

Que importa...


Quero as tuas mãos sobre o meu rosto... Quando digo que sinto a tua falta é porque sinto mesmo a tua falta. Sinto falta daqueles risos naturais e não dos que parecem forçados a sair-te do rosto. Gostava quando me olhavas e me acariciavas a perna e por breves momentos soltavas um sorriso de orelha a orelha que te fazia fechar os olhos. Tenho saudades tuas, tenho saudades do cheiro do teu perfume. Para te ser sincero acho que já me esqueci de como era. Já me esqueci da cor dos teus olhos já me esqueci da forma do teu rosto, da cor dos teus lábios, mas não me esqueci da suave pele que as tuas mãos têm. 

- Olha como tudo arde meu amor! 
- Que importa que tudo arda? Tenho o que preciso mesmo aqui, ao meu lado, chorando lágrimas de tristeza. É verdade meu amor que a nossa vida arde, mas temo-nos um ao outro e, o que importa mais do que não isso, meu coração? Que importa que o céu caia e se desfaça, que a terra arda? Que importa tudo isso quando nos temos um ao outro?

domingo, janeiro 12

Quando não estás comigo...


Aproxima-te meu carinho. Há algo debaixo da tua pele que me deixa ansioso por te tocar, por te beijar esses lábios tão vermelhos, tão arreados de sangue tão vivo e intenso como a própria vida que tu levas. Há algo que me deixa com arrepios a cada toque, a cada beijo, a cada abraço, a cada olhar trocado, a cada mão dada, a cada caminho feito, a cada noite que dormimos juntos, há algo debaixo da tua pele que me faz morrer um bocado mais.

Quando não estás comigo, acordo todas as noites, acordo com um vazio no peito, com um frio do teu lado da cama que permanece vazio. Volta meu amor, sinto falta do teu calor, sinto falta dos teus mimos sobre as minhas costas, sinto falta do toque das tuas mãos, tenho saudades dos beijos nos meus ombros, dos risos que me calavas com um abraço tenro e doloroso. Tenho saudades de te abraçar por trás e fazer a concha, saudades de te beijar as costas, de cheirar o teu cabelo, de sentir as tuas mãos a aconchegar as minhas pernas. Tenho-te saudades.

Não te vás embora meu anjo, não me deixes aqui debaixo da chuva que me leva a alma, a mesma chuva que te estraga o cabelo quando menos esperas, a mesma chuva que já nos viu beijar tantas vezes. Fica aqui! Fica! Peço-te, fica! Eu grito o teu nome do fundo dos meus pulmões, eu choro, eu choro porque tu não me ouves, parece que não me vês ou não queres ver. Quando estás mal eu sou o primeiro a dar-te a mão, quando estou mal tu parece que me ignoras, parece que te esqueces de mim, parece que eu deixei de ser a pessoa que vias como tu, que vias como aquela que te amparava nas quedas, que te ajudava a levantar limpando as lágrimas, dava beijinhos nas feridas e levemente te colocava de novo no mundo, pronta para triunfar. Tenho saudades dos teus mimos sobre o meu peito, tenho saudades tuas meu amor, meu anjo, minha preciosa e deliciosa harmonia.

 Deixa-me sentir o teu perfume, sentir o teu calor, as tuas mãos sobre o meu rosto, os teus lábios sobre o meu nariz. Volta. Não te ter é como morrer devagarinho.

sábado, janeiro 11

Vou amar-te...


Um dia irei escrever nos teus braços, no teu peito, deixar escrito nos teus lábios as coisas boas que me fazes sentir, as emoções constantes que sinto ao ver o teu olhar, as ansiedades que me causas só de te ver morder o lábio, das nostalgias que me aconchegam o corpo quando me dás a tua mão e, fazes pousar levemente a minha cabeça sobre o teu ombro de mulher.

Eu irei partilhar contigo as minhas batatas fritas quando já tiveres comido todas das tuas e ainda estiveres com fome. Nunca irei quebrar uma promessa, se souber que não a posso concretizar digo-te logo que não, mas que poderei tentar. Irei beijar os cortes e os dedos entalados nas portas. Irei tentar não ser chato com aquelas minhas perguntas tolas e sem sentido algum, aquelas que te deixam chateada e sem vontade de me responder. Irei enviar-te presentes ao calhas, mesmo que não signifiquem nada. Não sempre, não a certos dias ou a certas horas, apenas quando eu quiser e sentir que mereces um, ou dois, ou talvez mais. Estarei sempre à tua espera uma hora mais cedo no sitio onde combinarmos encontrar-nos. Responder-te-ei com educação e farei com que estejas sempre a sorrir.

Irei agarrar-te pela mão e... Vou amar-te. Vou amar-te. Vou amar-te.

sexta-feira, janeiro 10

Tal como o sol o faz comigo...


Vai com cuidado digo-te eu. Vai devagar, dizes-me tu. Amo-te! Dizemos nós com um beijo sobre os nossos lábios. Agarras-me no braço e fazes-me parar, puxas-me para ti e soltas uma pequena lágrima que te corre bochecha a baixo e olhas-me com esse olhar tão doce, com essa voz suave e delicada e apertas-me com força o braço, nunca desviando o olhar dos meus olhos. Eu olho-te, observo-te e jogo os olhos à tua mão e volto a olhar-te. Tu vês-me sofrido e olhas para o que estás a fazer e lentamente largas o meu braço. Dás um passo a trás e dizes apenas "Desculpa, Pedro! Desculpa!" E desatas a chorar. Cobres o rosto com as tuas mãos, os soluços começam a ganhar força, a tua voz suave ganha um som intenso e horrendo e o teu corpo treme por todos os lados. as tuas lágrimas caiem no chão. Choras.

Pego-te por um braço e puxo-te para o meu peito onde continuas a chorar e a lamentar-te, a pedir-me desculpa enquanto no meu braço vai aparecendo a marca da tua insegurança, do teu medo, da tua ansiedade, do teu desconforto, do teu silêncio. Da vida que te mata aos poucos. Devagarinho comecei a balançar o meu corpo de um lado para o outro como se te segurasse nos meus braços como se fosses um bebé, a minha bebé. Do nada começamos a dançar lentamente e acabamos por nos rir. Nós nem pensamos nas coisas que fazemos um ao outro, simplesmente fazemos e pronto. Magoas-me com as tuas deixas, com os teus ciumes compulsivos, com as palavras amargas que expeles da boca, dos olhares tenebrosos com que me acusas de algo tão simples como o esquecer de comprar pão. O medo de te perder é grande, mas nada impede que faça de ti a mulher mais confiante e alegre durante o tempo que estiver contigo. Quero que chegues ao fim e te lembres do sorriso que coloquei no teu rosto, nos dias em que a tristeza te invadia o coração.

Eu já te encontrei e já te perdi. Voltei a encontrar-te e não te quero voltar a perder, não desta vez. Eu quero apenas dizer que me fazes sentir bem, que tu me alegras os dias, que me aqueces o peito, tal como o sol o faz comigo.

quinta-feira, janeiro 9

Sabe sempre tão bem...



Sabe sempre tão bem passar um serão no café a conversar contigo, a ver-te sorrir, a ver-te piscar os olhos, a fecha-los quando o riso é mais forte e tens de os fechar porque se não choras. Gosto quando colocas a tua mão sobre as minhas pernas em jeito de me chamar a atenção para alguma coisa que queres dizer e adoro o silêncio. Apenas o silêncio do mundo, das pessoas, dos carros, da vida que nos corre à volta e sem nos apercebermos invade-nos de uma maneira subtil e delicada.

Dás-me vontades de viver, de acreditar, de acordar cedo e escrever-te, simplesmente escrever-te.
Fazes-me querer viver cada segundo com uma vontade imensa de o ter todo em mim.
Quero viver devagarinho....

És maravilhosa!

Pode haver distancia entre nós...


Pode haver distância entre nós, posso eu morar em Coimbra e tu no Porto. Podes morar em Inglaterra e eu em França, mas já mais poderemos dizer um ao outro que a distância nos irá afastar, que nos impede de estar juntos, de nos vermos e beijar-nos. Não é ela que nos impede meu amor, não é! Apenas o tempo tem responsabilidade de tal coisa.

Eu viajei duas horas de comboio, esperei pela hora de ir ter contigo ao aeroporto mais quatro horas. Faltei um dia ao trabalho para poder estar contigo, para te poder ver durante duas horas meus amor, arrisquei tudo o que tinha para te voltar a ver, para voltar a sentir o teu calor, para voltar a sentir as bochechas rosadas, maravilhar-me com o sorriso e essa tua doce voz. Fazes-me apaixonar por ti toda a vez que estamos juntos, não me importam outras raparigas, não me importa o futuro ou o passado, apenas aquele pequeníssimo momento. Sofro de ansiedades quando dizes que para o mês que vem, ou que para a semana tu vais apanhar o comboio ou o avião para poder vir ter comigo, para podermos estar juntos mais um bocado. Eu faço a minha vida e tu a tua quando estamos longe um do outro e quando pudemos ver-nos, vemos e nada mais importa, não importa as contas bancárias, não importa o tempo que passamos fora de casa, o tempo que o telemóvel fica por atender, nada importa se não aquele curtinho, aquele minúsculo tempo que nos faz tão bem, que nos aquece os corações.

É só contigo que isto me acontece, é só contigo que tenho calafrios pela coluna abaixo, é só contigo que os beijos são delicados e suaves, é só contigo meu carinho. É só contigo que me perco em tentações, é só contigo que no corpo me nasce o pecado, é só contigo que o girar do mundo e as guerras das gentes se perdem no tempo e no espaço. Só contigo eu consigo respirar melhor.

Queria que o tempo parasse. Quero que o tempo pare! Oh, merda! Que o tempo pare meu amor! Que o teu sorriso te fique para sempre no rosto, que o teu coração palpite para sempre com a mesma força com que sorris e com a energia que respiras a vida à tua volta. Fica comigo meu anjo, fica aqui, comigo!

domingo, janeiro 5

Foram-se as estrelas...


Foram-se as estrelas, foram-se os caminhos, foram-se as esperanças, foram-se os carinhos, foram-se os beijos, foram-se os amanheceres, foram-se as noites junto a ti, foi-se tudo o que sempre gostei de viver contigo, foi-se tudo meu amor, foi-se tudo embora para longe, esvoaçando como quando o vento em pleno outono sopra com força as folhas das árvores, levando-as por vezes para longe, tão longe que nunca mais vêem a sua mãe.
Perdi a chave de minha casa, perdi a chave do meu coração, perdi tudo o que tinha teu, tudo o que tinha para te dar. Perdi-te, meu amor, meu anjo, meu carinho de alma, meu sorriso contagiante, minha doçura de mulher. Sempre me conseguiste dar um certo aconchego, um certo mimo e carinho. Foi no teu peito que chorei tantos segredos, foi nas tuas mãos que deixei beijos de alivio, foi nos teus lábios que deixei todo o amor que tive, foi sobre a tua testa que deixei o enorme e imenso respeito que te tenho. Foi sobre o teu nariz que deixei ficar a minha esperança, o meu futuro, a minha vida toda. Foste um passado que se transformou num presente, mas que não quis chegar ao futuro.


Foste impecável, foste impressionante e incomparável. 
Foste única pela maneira como me deste a tua mão.
Foste aquilo com que sempre sonhei. 

Foste o sonho que se tornou realidade.
Foste uma realidade que acabei por perder.

sexta-feira, janeiro 3

Meu pedacinho de algodão...


Seguro-te sobre o meu peito como se fosse a primeira vez que segura-se em ti, no teu corpo suave e delicado, sentindo o cheiro doce da roupa nova que a tua mãe com tanto amor, com tanto carinho demorou horas a escolher. Ela queria o melhor, o mais bonito, o mais perfeito para ti. Queria-te linda, queria-te perfeita com ele vestido. Mas eu não queria saber do que ela te queria comprar na altura, queria apenas saber que estavas bem quando ainda estavas dentro dela, dentro da sua barriga. Meu bem mais precioso.

Agora que estás cá fora, posso tocar-te nos pés, posso pegar-te nas mãos pequeninas e dar-te o dedo indicador ou o mindinho de ambas as minhas mãos, para que tu com a força de mulher que tens, mos apertes, como se me pedisses para nunca na tua vida eu te largue a mão, que mesmo que faças coisas más, para que nunca te deixe de amar. E não vou meu amor. Não vou deixar de te querer ver bem, deixar de te segurar pela mão e dar-te beijinhos na boca em sinal do meu amor. Porque tu és-me metade, és aquilo que sou e o que já fui. És a tua mãe em pessoa, porque tens os seus olhos, o seu nariz e a boca, tens o meu corpo, o corpo alto e esguio, tens as mãos grandes e as orelhas pequenas. Caracóis acastanhados como a tua avó tanto nos pediu. És tu meu anjo, és tu, meu pedacinho de algodão.

Segurar-te nos meus braços e poder beijar-te a testa pequenina e cheirosa, saborear os teus dedos quando os colocas na minha boca tentando puxar-me a língua ou arrancar-me com a tua força super-natural os meus dentes. Porque eu só quero que sejas feliz. Só quero que te tornes melhor do que eu, que ames os outros com o coração e com a tua razão. Espero que quando te apresentar o mundo, o consigas ver como uma grande tela branca, dar-te-ei as ferramentas e as tintas necessárias para o pintares da maneira que mais te convier.

Anseio pelo dia em que irás pronunciar "pai, mãe"
És o centro do nosso mundo e deitaríamos castelos e montanhas a baixo, só para te ver bem e feliz...


Para quando um dia nasceres. Saberás que não foi escrito em vão, mas a pensar no futuro de te fazer, de te ver nascer, de te criar e ver sorrir. Espero que gostes de o ler como eu gostei de o escrever.

Quando a alma me está fria...


Quando a alma me está fria, quando o corpo não me responde ao coração, quando as palavras não saem e os olhos não querem ver, lá vens tu, longe de tudo o que te mantém segura de todos os males, segura de tanto mau olhado, de tanto agoiro, longe do teu porto de abrigo que por vezes soltas sobre o meu peito indicando que to sou eu. Vens de longe só para me salvar, para me deixar um delicado beijo sobre os meus lábios, ou quando tu sentes que apenas preciso de um mimo, soltas um carinho sobre a minha testa e tocas no meu nariz com a ponta do teu dedo indicador e sorris. Sorris como se por magia toda a tristeza, todos os males, todas as feridas que tivesse no corpo subitamente se curassem tornando-se simples cicatrizes. 

Há momentos em que desejava ter-te só minha, ter-te apenas! Ter-te ao meu lado para te proteger, para colocar o meu braço à tua volta e fazer-te sentir segura comigo, segura do frio, segura das más palavras, segura e protegida de qualquer ameaça vinda do exterior. Ao beijar-te os tenros lábios saberia que estavas cheia de orgulho no peito, cheia de vida, cheia de prazer de te aventurares de novo na cama ou pelo mundo. Adoro o teu silêncio, adoro os teus sorrisos, adoro o teu choro e os teus carinhos. Adoro quando te esticas toda e sorris, quando me bates no peito e te desfazes em lágrimas. Não adoro ver-te chorar, mas gosto quando me olhas com aqueles teus olhos de má, ou quando os tens mais delicados, eles me fazem render à tua choradeira e eu abraço-te mesmo que não queiras, eu resisto a manter-te presa a mim, junto de mim. E choras. Choras porque alguma coisa te faz chorar, e só o fazes no meu peito, porque é quando choras que me és tanto, que te sinto mais, que me és natural, não quero dizer que quando sorris que não és sincera para mim, mas quando choras, oh, quando choras és tu, rapariga de sentimentos. Rapariga delicada e ansiosa, frágil e desprotegida. É quando choras que tu me puxas pelos braços, é quando pegas nas minhas mãos e as levas ao teu rosto para te dar aconchego. Mas nem sempre o fazes, não o fazes porque eu já to faço com carinho, já o faço para te acalmar a alma, para te pegar ao colo e cuidar de ti, tal como mereces.

Dás-me vontade de te ter aqui ao meu lado, para poder abraçar-te, para te poder beijar a testa e olhar nos teus olhos as coisas que não dizes, as coisas que não queres que eu saiba.

Amo quando o teu olhar se torna envergonhado.

quinta-feira, janeiro 2

Devagarinho meu amor...

Adoro-te encorajar. Até hoje nunca precisei de te ensinar a sorrir, pois sempre o tiveste no rosto, sempre foi sincero e genuíno, sempre te foi tão querido, tão simpático e extrovertido. Agradável momento aquele com que me acordas de manhã, aquele beijinho no rosto em forma de sms, aquele aperto no coração que sinto logo a seguir é tão estranho e ao mesmo tempo tão confortável, sentir que me queres perto de ti. Oh, meu amor, pudesse eu adormecer ao teu lado e acordar contigo ao meu. Fazer-te cócegas nos pés, ou beijar-te na nuca carregada de cabelos teus. Deixa-me adormecer sobre os teus joelhos, deixa-me adormecer nos teus braços, deixa-me dormir como se fosse teu, como se fosse o teu precioso bebé com que para sempre irás proteger de todos os males. 

Dá-me o teu amor e eu dar-te-ei a dobrar. Acarinha-me a alma, acarinha-me o rosto, dá-me o teu mimo sobre o meu pescoço. Peço-te uma pequena coisinha meu coração doce. Tolera os meus ciumes se eu tolerar os teus sobre mim.

Devagarinho meu amor, devagarinho.
Pois não tenho pressas de viver.

quarta-feira, janeiro 1

Quando escondo...


Alegras-me com o teu sorriso, com o encanto suave que te fica nos olhos quando estás comigo, quando sentes que te mimo, que te beijo as bochechas e te acarinho no meu peito. Gosto quando pousas a tua cabeça no meu ombro e adormeces a falar comigo. Ficas com um rosto tão querido, tão simplesmente fofinho e angelical, que só me dá vontade de te encher ainda mais de mimos, vontade de te pegar ao colo e levar-te para a cama onde posas descansar melhor. Ou dar-te o peito como o melhor sitio para dormires.

É quando escondo o meu rosto por entre os teus braços, por entre os cantos do teu peito, que encontro um abrigo, um lugar calmo onde posso chorar, onde o frio já não me pode tocar.

Até no silencio...


Preciso de ver esse sorriso bem como de ouvir a tua voz. Gosto de sentir o teu carinho a saltar-me para o corpo, as tuas lágrimas a tocarem-me no ombro, as minhas mãos sobre o teu rosto, ou segurando o teu corpo. És-me tão querida. Desfaz-me com o teu calor, desfaz-me com os teus beijos de língua, com os teus olhares que me vão matando por dentro. Adoro quando perguntas se está tudo bem, adoro quando me seguras na mão e me sorris quando choras um amo-te nos meus lábios, quando aninhas no meu peito ou quando te encostas a mim. Gosto da maneira suave que o tom da tua voz faz ao acordar-me de mansinho pela manhã. Fico atento quando me dás o teu apoio, até mesmo quando gritas comigo. 

Até no silencio, me fazes sentir bem.
Deixa-me amar-te!

domingo, dezembro 29

Só posso dizer...



Sou eu o único que tem medo? Sou eu o único que envolve o teu rosto com as mãos? Sou eu o único que te faz os olhos brilhar? Serei eu o único que te segura no queixo e te pede para não chorares?

Posso ser sincero contigo meu amor? Poderei eu dizer-te aquilo que o meu coração sente por ti sem que tu tires conclusões precipitadas sobre o assunto? Será que posso? Eu vou dizer na mesma tudo aquilo que há já tanto tempo te tenho para te contar.

Adoro a maneira como o teu sorriso me faz carinhos no coração, adoro como as tuas mãos envolvem o meu corpo, ou quando me queres contar alguma coisa e queres que tome atenção me abraças o braço com toda a força que tens no corpo, esse corpo que me faz ansiar de prazeres. Posso falar agora dos teus lábios? Dizer-te as maneiras como me encantam e enfeitiçam a alma? E esses olhos que são tão vivos, tão cheios de amor, de uma coisa estranha, como se tivessem uma força qualquer, uma inspiração, uma vontade de viver. 

Adoro as nossas conversas, podem não ser aquilo que sempre pensámos ter com alguém que nos é ou será tão querido. Adoro a tua voz e a maneira nortenha de como proferes certas palavras,aqueles tiques comunicativos que usas. As delicadas palavras e aquele arranhar de alma que acontece quando te chateias com alguma coisa. Parece que te conheço à anos, parece que todo o tempo que passou sem nos vermos tivéssemos juntos. É estranho explicar-te aquilo que me fazes sentir.

Fazes-me sentir amado, desejado, feliz, cheio de vida, cheio de força para mais um dia. E se isto que te digo não for suficiente para que um sorriso sobre os teus lábios surja, então que me beijes e eu então colocar-te-ei um sorriso nesses olhos e um amor nesses lábios.

Antes que te vás embora, deixa-me dizer-te aquilo que até hoje não tive coragem para te dizer. Eu não te amo, não! Eu adoro-te. Adoro os mimos que me dás sem te aperceberes. Não posso dizer que és tudo o que eu vejo, pois estaria a mentir, mas sabe bem falar contigo. Encantas-me a alma, inspiras-me, cativas-me, motivas-me.

Se por alguma razão nunca mais nos vermos, só posso dizer: Estou feliz por te ter conhecido.

sábado, dezembro 28

Arrepias-me o coração...


O meu corpo começa a aquecer assim que pouso os meus lábios nos teus. Aquele carinho que pela ponta dos teus dedos caiem no meu rosto fazem-me desejar sentir-te mais próxima de mim. Quero tocar o teu corpo, quero deliciar-me com o teu pescoço, quero apalpar descaradamente o teu peito, beijá-lo sem dó nem piedade, quero acarinhar-te a alma, quero ser bruto com o teu corpo. Vem calar o meu corpo com o teu.

Tiras-me a camisola e envolves a minha cintura com as tuas mãos frias, e como eu adoro senti-las no meu corpo, como te adoro sentir em cima de mim. Chama-me louco, chama-me tarado, tu sabes que gostas da maneira como te apalpo o rabo, a maneira como a minha língua te passa pelo pescoço, a maneira como a minha voz entra nos teus ouvidos. Os movimentos que o meu corpo faz quando sinto o teu tão quente, tão suado, tão cheio de sexo, arrebitado e pecaminoso.

Vem provocar o meu corpo esta noite. Tenho-te saudades.

quinta-feira, dezembro 26

Tu és a minha manhã...

Tu és a minha manhã, faça sol ou faça chuva. Quando me sento em cima do meu coração e choro como um danado, tu ouves-me ao longe. E quando ne vês naquele estado de completou caos, naquele sofrimento tão destruidor, corres para me abraçares, para me dares esse peito onde me aconchegas, onde me deixas chorar. Tu mesmo com esse sorriso no rosto, não me enganas, não me consegues esconder essa lágrima que quer ser livre.

Colocas a mão sobe o meu queixo encharcado de lágrimas e pedes-me para te olhar nos olhos. Assim que os levanto e vejo a tua beleza, a tua carinhosa alma repleta de vida e um intenso amor que te sai dos olhos, eu páro de chorar e beijo-te . limpas-me as lágrimas com os teus dedos delicados enquanto me chamas de tolo e doido.

Colocas as mãos nas minhas bochechas e dizes que gostas muito de mim e que não me queres nunca mais ver assim tão choroso. Olho para os teus olhos e seguro-te nos pulsos onde faço um aperto suave para que sintas que estou contigo. Para te sentir real. Para sentir e saber que não és um sonho.

Dá-me de novo o teu peito. Quero ouvir o teu coração bater. Meu carinho de alam.

terça-feira, dezembro 24

Cresce um silêncio que me aconchega a alma...



Olho-te nos olhos quando posso, digo quando posso porque nem sempre te apetece receber mimo, nem sempre te apetece receber aquele carinho que solto através das pontas dos meus dedos, ou dos meus lábios que anseiam tocar-te o rosto, as bochechas, os olhos, largar sobre as bochechas uma paixão, ou sobre a testa um carinho e um respeito que possa arrancar do teu ser os medos, os maus olhados, os choros e todas as incertezas que tenhas nessa alma. É-me difícil ficar indiferente à energia que sai do teu corpo, à agressividade e assertividade que os teus olhos soltam.

No momento em que os nossos olhos colidiram senti um choque a percorrer-me todo o coração. Agora sinto que posso gritar alto até que o coração me saia do peito, até os meus pulmões não aguentarem, até que a voz me doa, até esgotar todas as forças do meu corpo. Podem as estrelas deixarem de brilhar, pode a lua cair e o sol explodir, pode o silêncio por-se durante muitos dias, eu neste momento sinto-me aliviado. E sentir-me-ia mais se pudesse levantar esse queixo que faz esse rosto tão carinhoso esconder-se dos meus olhos. Olha-me, não tenhas medo, olha-me como me olhaste naquela outra vez. Podes tocar, podes falar para mim, não sou o lobo mau, e mesmo que fosse a minha dieta está em dia.

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Quando olho para ti, cresce um silêncio que me aconchega a alma.
Adorava falar-te, mas... A timidez pesa-me na voz.
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Adorava que tivesses sido tu a dizer-me o teu nome.


Desde o dia em que troquei olhares contigo o meu coração suspirou. Nesse dia só tinha vontade de te sorrir, de te dizer olá, de fechar os olhos e e sentir a tua respiração sobre o meu pescoço. Olhei-te com calma, com uma coisa estranha sobre o peito, como se uma mão me tocasse para me acalmar a respiração em completo caos. Mas, por muito que escreva sobre aquele pequenino momento eu não consigo dizer aquilo que sinto quando olhei de novo para ti. Não te consigo ler os olhos, não te consigo decifrar. Pareces um sol diante de mim que me cega de boas maneiras. E mesmo que te conseguisse ler o rosto eu não o iria gostar de fazer, porque gosto de conhecer cada gesto, cada palavra, cada sorriso, cada ponta de delicadeza que as tuas mãos tiverem, cada suspiro, cada pedaço de paixão, de ânsia que o teu coração sofra. Quero descobrir como ler o teu olhar aos poucos e poucos. Eu sei que deveria dizer-te isto pessoalmente, sei que sim, mas perdoa-me se ainda não tive a coragem para soltar mais palavras do que um obrigado, ou um cumprimento quando me cheguei perto de ti. Peço desculpa por ser tão assim, tão tímido com uma rapariga com uma personalidade tão forte, tão marcante e, que ao mesmo tempo delicada que se rendeu ao de-leve quando a olhei nos olhos. Tens um olhar carinhoso. Não são os olhos azuis que o faz delicado, é apenas a tua manifestação de timidez que apresentaste naquele dia, ou quando olho para ti e te vejo tão rosada, tão simples e calma, é disso que gosto no teu olhar. Eu peço desculpa, eu nem te conheço, apesar de ter sido capaz de perguntar o teu nome a uma amiga tua, sinto que te vou fazer perder tempo por leres isto, por leres os arrepios que sofro no coração por cada vez que olho para ti, para cada vez que me tento lembrar da tua voz, das mãos, do sorriso acanhado e tão bonito. Peço desculpa se não era isto que querias ler, ou se não querias nada disto. Como me sinto tão totó por escrever estas coisas aqui e não ter mais coragem para tas dizer cara-a-cara, segurando-te pelas mãos, olhando-te nos olhos sem os chegar a piscar uma única vez. Quero saber primeiro de cor o teu sorriso antes que solte um sorriso na tua direcção, talvez isto seja o medo de me magoar. Pode já alguém ter-te ficado com o coração, mas isso não me importa para já. Só gostava de ouvir de novo a tua voz acompanhada de um desses teus sorrisos. 

Essas bochechas rosadas, tão encarnadas como o sangue que te corre nas veias, tão vermelhas como a vida que te arrepia o coração. Deu-me calafrios pela espinha abaixo e fez-me ter vergonha de te voltar olhar. Menina querida, rosto simpático, olhar tenro e delicado. Lábios encarnados que se rasgam em centenas de sorrisos.

Adorava que tivesses sido tu a dizer-me o teu nome.

domingo, dezembro 22

Sobre o meu rosto bochechudo...


Os teus lábios esta manhã encontraram abrigo nos meus e, com a mesma facilidade se perderam deles, chorando logo de seguida como se me tivessem perdido para sempre. Não apenas os meus lábios mas também todo o meu ser, a minha pessoa, a minha energia. Pousaste a tua mão sobre o meu rosto bochechudo e sorriste para mim.

É agradável para mim enquanto rapaz, ver os teus olhos brilharem e o teu sorriso ser o mais vivo e vibrante possível quando estás comigo.  Não usas coroa e sei bem como não ligas a nada disso, mas de alguma maneira há dias em que tu, sim meu amor, meu carinho de alma, tu, pões nessa delicada cabeça sobre esses cabelos suaves uma coroa. Uma coroa invisível. Torna-te melhor, mais forte. Mais... Mais mulher com força, mulher com vida no interior do seu peito. há dias em que te sentes rainha, outras uma simples camponesa, ou quando andas de mal com a vida, a mulher mais infeliz de todas.

Pode isto parecer mal mas sinto que to devo dizer. Tu não és a minha rainha. Não és! És uma mulher. Com uma força e uma vontade de viver extraordinária. Tens uma mágoa, uma magia estranha que te sai dos olhos, da voz, do corpo que me cativa. Que me motiva e ser melhor. A inovar nas frases, nas maneiras de falar, de dar amor e carinho, de te amar, de te fazer sentir bem e aconchegada junto de mim, ou para cada vez que me beijas, que me olhas, que me tocas ou dás as mãos. Para cada vez que posas o teu ouvido sobre o meu peito para sentires este coração do diabo a bater carinhosamente diante de uma pessoa como tu. 

Podes nao ter coroa, podes até nem ser rainha, mas és uma pessoa mágica com um olhar diferente de tudo o que já vivi. Talvez seja do amor, ou do carinho que te tenho. Gosto de te estragar com mimos. Mas também de ser o diabo para ti. Sabendo que um dia ninguém será perfeito. Não tanto como eu gostaria de o ser para ti, ou qualquer outra rapariga/mulher.

Pedro Miguel Mota.-.22/12/2013.

domingo, dezembro 15

Encantas-me com o teu sorriso...


Encantas-me com o teu sorriso, tão doce, tão delicado, tão cheio de vida como esses olhos observadores que salpicam aventura, decisão, assertividade. E em certas alturas, um brilho caloroso, um carinho suave como quando me olhas e dás a mão. 

Quando no outro dia entrelaças-te os teus dedos nos meus senti que estavas decidida a mantê-los junto dos meus. Gostei, gostei bastante de te sentir assim tão viva, tão cheia de vida e aquela ânsia de me apertar contra ti, de me apertares com força e nunca mais me largar.

Quero os teus beijos! Quero a tua mão sobre o meu peito, quero os teus lábios sobre a minha boca. Quero-te em mim de novo. Cala-me e provoca-me arrepios no corpo. Solta o cabelo coração faz-te mais rebelde. *.*

sexta-feira, dezembro 13

Senhora princesa...


Cala-me num beijo, cala-me com a tua boca, com a tua mão sobre os meus lábios. Vem para cima de mim e gritar do fundo dos teus pulmões os ares, as agitações que o corpo tem quando se encosta ao meu. Será que me ouves dizer o teu nome? Gosto. Gosto quando me dás a mão e posso sentir os teus dedos a querer mais do que um entrelaçar de dedos, mais do que um tremor de mãos, mais do que um beijo delicado do pescoço aos lábios. Abre a boca quero saborear a tua língua, quero tocar-te no céu da boca, quero deliciar-me com a tua saliva, com os anseios que o teu peito faz crescer dentro de si. 

Senhora princesa, senhora rainha, tomai meu coração como seu, tomai este peito onde podeis escrever com os seus dedos o seu nome. Tomai este ombro onde podeis deitar a cabeça quando os momentos forem maus e as lágrimas precisarem de ser aconchegadas.

segunda-feira, dezembro 9

Encantas-me a alma...

Deita a tua cabeça sobre o meu peito e chora tudo o que tens a chorar. A.vontade de te tocar o rosto é tanta. A vontade de dar mimo nesse nariz, nessa delicada testa. Dar-te o amor que te possa rasgar o coração, que consiga aquecer-te o peito, tirar-te esses suspiros dos pulmões, essas preocupações e dúvidas da tua cabeça. Gostava tanto de te tocar, de te ver, de ouvir a tua voz a bater-me no peito enquanto brincava com os meus ouvidos. Se eu pudesse chorar a tristeza e a falta de mimo, de amor e carinho.

Se eu um dia te pegar ao colo e te jogar ao ar, não fiques com medo princesa. É que não sei que maneira mais encantada tenho para te ver sorrir como um bebé. Encantas-me a alma.

"Se eu morrer antes de acordar deste sonho garabto-te a alma para que com ela fiques."

sábado, dezembro 7

Arrepias-me...


Arrepias-me com esse olhar penetrante, com esses lábios encarnados, essas mãos delicadas e provocantes quando me chegam a tocar. Dá-me a provar esses lábios outra vez. Tenho saudades de te tocar, de te beijar a testa e encher-te de mimo.

Estou aqui meu amor. Não te abandonei. Posso estar longe rmas a minha cabeça está bem perto de ti. Talvez mais do que imaginas, mais do que sintas. Oh que saudade de te ver sorrir. De te ver de olhos ternurentos quando te beijo de forma provocante, deixando-te ansiosa e de coração aos pulos.

Adoro deter-te nos meus braços.

domingo, dezembro 1

É agradável ver-te sorrir...

A manhã acorda com um delicado sorriso, com uma delicada brisa que te despenteia os cabelos acastanhados fazendo-os esvoaçar contra a tua fronte esbranquiçada. Esses olhos encolhidos e os ombros cobertos pelo grande cachecol tremem com o frio. Ao ver-te tremer coloco o meu ombro em volta do teu torço e suavemente esse frio que te mata o corpo vai desaparecendo. Beijo a testa e o pescoço destapado e acarinhas-me os cabelos e olhas-me nos olhos sorrindo e beijando-me os lábios. Sorriu e digo um "gosto de ti!" que te deixa com um ligeiro calor no peito.

É agradável ver-te sorrir, ver-te fechar os olhos e voltar a abri-los, tenho a sensação de que quando o fazes um bocadinho de ti se renova, como se fosse o ar expelido dos pulmões que se torna novo outra vez. Aqueces-me o peito, tiras-me os males do corpo.

quarta-feira, novembro 27

Já mal consigo respirar...


Meu amor, minha rainha, meu encanto de alma, minha alma gémea, minha amante. Tenho-te saudades. Tenho saudades desses lábios avermelhados, dessas bochechas rosadas, do pescoço sedoso. Volta para mim, volta. Sofro de vazios dentro de mim, a minha alma anda perdida, já não vejo o caminho que piso, e se o piso não sei por onde ando. Volta, preciso da tua luz, dessa alegria contagiante que trazias sempre contigo. Que trazias nos olhos amarelados, e nesse teu cabelo louro. Tenho saudades do teu amor, do teu mimo, da tua boca, dos teus seios, das tuas ancas, das tuas delicadas mãos. Sofro de anseios e não sei o que fazer. Eras a vida dentro de mim e agora que partiste és um passado que gostaria de viver como presente, como futuro.

Eu já mal consigo respirar. a tua ausência é-me tão complicada de digerir. Tenho medo de perder as memórias que tenho do teu rosto e da tua suave voz.

domingo, novembro 24

Não sou inocente...


Retira todas as más palavras que disseste deste meu precioso coração. Solta lá palavras de alegria na minha direcção e vem apanhá-las nos meus braços. Beija-me deliciosamente os lábios olhando-me nos olhos. Diz que me amas, diz que precisas de mim, não digas palavras vazias, sem qualquer sentido, sem qualquer sentimento. Fala o que tu tanto me queres dizer. Diz-me tudo o que te apetece, mas no fim, pede desculpa e limpa-me as lágrimas que me fizeres derramar, abraçando-me, largando um carinho, um mimo nos lábios tenros. A tua voz treme cada vez que me olhas nos olhos, o teu cheiro permanece no meu pescoço, o sabor dos teus lábios ficam-me nos meus. E agora eu vejo a alegria nos teus olhos, somos o que éramos suposto ser. Isto é tudo mais do que um sonho. Nunca desejei tanto aquilo que estamos a viver, apesar de saber que um dia vamos ter de dizer adeus às mãos dadas, aos beijos que damos em desejoso pecado, ao prazer carnal, aos desafios que por vezes enfrentamos e a vida que por breves horas temos juntos. 

É tão bom desejar-te a melhor vida do mundo, desejar-te as melhores felicidades com esse teu príncipe que mantens guardado no coração. É gratificante ver um sorriso teu, um olhar brilhante.

Não me tenhas medo, eu não sou o lobo mau! Eu sou o que vês. Não sou inocente nem livre de pecados.

quarta-feira, novembro 20

Não quero que chores a minha partida...

Acordar todos os dias de manha e olhar para ti enquanto dormes, faz-me aquecer o coração. Chego a sorrir quando observo esse lindo e bonito sorriso no teu rosto. Adoro os momentos em que me vou para levantar da cama e em que tu apercebendo-te da minha ida, deixas-te  ficar de olhos fechados e esticas a mão para me deter na minha ida para longe de ti. Dizes então carinhosamente "Fica! Fica meu amor! Só mais um bocadinho..." E eu respondo "Mas tenho de ir trabalhar." - " Eu sei, só até o frio ir embora então." "Haha está bem princesa. Ó que bela adormecia me saíste."

Costumo chegar o meu corpo para junto de teu e sinto-o tremer. Abraço-te e aperto-te com força contra mim. Enroscas-te  no meu peito e sussurras "Obrigado meu príncipe!". A minha mão direita não se cansa de te acalmar os sonhos, de te tocar ao de-leve os cabelos caídos na almofada. Esfregas o nariz e coças o olho, como se tivesses uma comichão muito incomodativa, mas sou apenas eu a dar-te amor, a estragar-te com mimo. Respiras fundo e soltas o ar sobre o meu peito, ao sentir o calor, alegro-me. Aproximo-te dos teus lábios e beijo-os com paixão e saudade. Fecho os olhos e espero que me dês um sinal. E esse sinal é a tua mão a envolver-me o pescoço puxando-me para ti. Olho o despertador com desagrado. Já se está a por tarde e tenho mesmo de sair. Beijo-te a testa e saio sem muitos movimentos bruscos, não te quero tirar esse sorriso do rosto, não quero que chores a minha partida, quero-te assim, simples e carinhosa, simples e calorenta.

Dormes como um anjo sobre uma delicada nuvem branca.

Sorri meu amor, sorri...

Quero dar-te tudo o que tenho, tudo o que sou. És um cantinho no mundo, um lugar seguro onde posso deitar a minha cabeça a chorar por um bocadinho para assim tirar este peso da consciência, este stress que a vida me dá todos os dias, estes anseios de sonhos e de futuros que tenho na cabeça. 

Eu sei que também choras, que também sofres como toda agente, talvez mais um bocadinho, talvez menos. Eu estou aqui e vou estar sempre aqui se precisares de mim, se precisares de alguém para te ouvir. Estou aqui e não vou embora. Dou-te um ombro, dois se for preciso. Vou sempre limpar-te essas lágrimas quando escorrerem bochecha abaixo. Segurar-te-ei as mãos e aquece-las-ei quando for preciso. Pegar-te-ei ao colo quando já não conseguires mais, quando o cansaço da vida te der uma valente porrada nas pernas. Estou aqui, vou sempre estar. Quero colocar um sorriso nesse rosto tão lindo, dar uma luz para esses olhos brilharem como mais nada no mundo.

Sorri meu amor, sorri, espera por mim pois estou a chegar.
O que eu dava para ouvir a tua voz ou para ver esse teu querido sorriso neste momento. A vontade de te apertar contra o meu peito e dizer que podes chorar o quanto te apetecer, mas para ficares calma e descansada que não irei embora, não te vou largar a mão. Tu fazes-me sentir tanta coisa boa.

terça-feira, novembro 19

Vi com o meu...


A pele clara pela falta de sol torna-te tão perfeita, torna-te tão bonita aos meus olhos. Quero lá saber dos defeitos que achas que tens, tanto físicos como da tua personalidade. Pouco se me importa que tenhas demónios como eu, pouco me importo com os maus sonhos que tenhas, com as vontades que a vida te der, desde que esteja contigo e na tua mão possa tocar sem muitas grandezas, apenas a simplicidade de te dar um amor pelas pontas dos dedos. É sobre os teus olhos que eu tantas vezes me perco no dia-a-dia. Também é nos teus olhos que eu adoro perder-me, deixar cair o cobertor que me cobre o corpo do frio, pois cada vez que te beijo, tudo à minha volta desaparece, todos os sons, todos os estragos, tudo se fica no silêncio.

Esse nariz pequeno, esses lábios encarnados, essas mãos suaves e tão delicadas, os olhos da cor do ouro, os cabelos castanhos carregados de cachos, cachos de caracóis tão bonitos. Como poderei eu fazer chegar até ti o melhor que há dentro de mim? De que maneiras poderei eu deliciar-te o coração, deliciar sobre o teu peito o mimo, o carinho, a atenção, o respeito, a confiança, a paixão, o choro que carrego na alma? 

Terei de fazer uma crueldade no meu coração, para que vejas no teu as coisas bonitas que já vi com o meu.

domingo, novembro 17

Meu delicioso Outono...


O meu Outono chegou com um olhar carinhoso que me levantou e tirou os joelhos do chão. Finalmente pude sentir uma mão com toque delicado que me acarinhou como este meu Outono. O frio ataca-me o corpo mas quando este amor aperta-me nos seus braços deixo de o sentir, quando ela chega os seus lábios para junto dos meus, os tremores desaparecem e volta um gostar tranquilo e calmo. Eu recebi-o de peito aberto, preparando-me para o pior e para o melhor. 

Eu não irei atirá-lo ao chão, não irei abusar dele, apenas o quero sentir mais e mais a cada dia. Quero poder sentir a brisa fresca da madrugada a bater-me no rosto enquanto este Outono sorri para mim com um brilho nos olhos, com um calor fofinho, com um amor a sair-lhe pelas pontas dos dedos. Custa-me tanto ter de o partilhar com o mundo. 

Ele também precisa de viver noutras vidas, não apenas na minha. O meu problema é que tenho muito medo de o perder. Fica meu delicioso Outono.

sábado, novembro 16

Mudou-me a alma...


O momento em que vi as tuas mãos a tocarem o meu corpo, as tuas delicadas mãos que me deram um sentimento tão profundo que acho que bati no fundo da minha alma. Olhei-te nos olhos e vi esse teu rosto carinhoso, esse teu rosto de bebe que me dá tanto agrado ao olhar para ele. Esse nariz traquina, os lábios aventureiros, o peito desassossegado de tantos amores, de tantos desgostos e tormentos. O teu corpo treme, o teu corpo geme, dá-me sinais de que é agradável os movimentos que executamos em plena sintonia. - "Beijas tão bem!" dizes-me tu ganhando um brilho nos olhos e eu ganho apenas bochechas rosadas e uns lábios que se ficaram pelo tímido.

Maravilho-me cada vez mais a cada toque teu nos meus lábios, a cada vez que cheiro o teu pescoço e sinto o teu cheiro característico e tão bom. Eu já mal sei o que te dizer, encantas-me a alma, alegras-me os dias. Eu vejo a minha vida contigo, mas também sem ti. Consigo imaginar-nos aos dois juntos, com dois lindos filhos, com uma casa cheia de alegria onde todos os nossos amigos podem lá ir e podermos estar algumas horas juntos a discutir ou a debater qualquer coisa.

O teu olhar mudou mudou-me. Mudou-me a alma.

quinta-feira, novembro 14

Provocas o meu corpo...


Provocas o meu corpo ao ponto de me fazer gemer de prazer, de me fazer arranhar-te o corpo. Que desejo me causas nas pontas dos dedos, a vontade que me dás de te rasgar a roupa, de te puxar contra mim com ainda mais força. Fazes-me arrepios no peito, fazes-me cócegas no coração. Esse teu linguado molhado, provoca-me os calores, leva-me quase aos extremos do prazer. Mas tu és má! Paras antes de lá chegar, não continuas com o desejo que de os nossos corpos quererem ver-se juntos.

Esse carinho que tens nos olhos, a emoção complicada de te explicar. Eles brilham, eles choram, eles emocionam-se quando me vêem, quando me deixam de ver, e ganham uma nova excitação quando passa um rapaz que não te importavas de "comer". És vida dentro de um corpo jeitoso, com um rabo jeitoso e um peito tão acolhedor. Não é o dinheiro que me deixa feliz, não é o trabalho que me faz acordar todos os dias cedo, é mais o facto de saber que assim que te disser bom dia ficarás com um sorriso no rosto e isso é o que mais importa. Vem percorrer o meu corpo com esses teus lábios provocadores.

Ainda tenho o teu cheiro no meu pescoço. Não tenciono tirá-lo de lá!

quarta-feira, novembro 13

Onde irei encontrar alguém...


Guardo sempre um carinho no bolso para depois mais tarde to dar com alegria, to dar com prazer e satisfação, ara que possa fazer-te sorrir, para que possa ver esses teus olhos a brilharem com uma chama estranha e tão quente. Uma chama que te aquece as mãos, que te aquece o peito e o coração.

Tu das-me alento, das-me esperança.Quantas vezes te tenho de dizer que mesmo quando choras, mesmo quando és má, tu és linda, és a minha musa, a minha maior perdição e distracção, és o pecado, és o demónio com o qual eu luto. És quem me dá cabo da cabeça, quem me dá cabo do corpo, quem me dá cabo do coração. Essas tuas perfeitas imperfeições, esses gostos, esses braços, esses lábios, esses amores, esses carinhos que me dás, sinto que não consigo dar-te o mesmo de volta.

Há uma ferida no meu coração que teimo em abrir. Curas-a por mim? Acho que não sou lá muito bom com estas coisas de coração, acho que não sou bom a arranjar corações estragados e pintados de preto, tal como o meu. Se conseguires arranjar fica com ele. Ser-te-à mais útil.

Onde irei encontrar alguém tão perfeita como tu? O que eu adorava ver-te sorrir neste momento. O que eu dava para te ver neste preciso momento. Tenho saudades do teu calor, saudades do teu cheiro, saudades do teu olhar, das tuas palavras, da tua voz, do teu nariz, das tuas maçãs trincadas. Eu sei que sou um rapaz imperfeito, o pior de todos eles e sei que perco por ser assim tão imperfeito, que te perco a ti a cada minuto que passa, que me cheguei a ti e agora sentes que estou a mais e que talvez precise de ir embora. Mesmo quando o sol não nasça, continuo a cantar para ti, mesmo que não veja o teu olhar, permaneço com o teu rosto na minha memória. Mesmo saudoso dos teus lábios guardei delicadamente e com muito jeitinho alguns dos teus melhores beijos num cantinho do meu coração, para que sempre que precisar de me animar possa lá ir buscar-te um beijo. Um beijo roubado com carinho.

Limpa-me as lágrimas.

terça-feira, novembro 12

Tu és um pedaço do céu...


É com esse teu sorriso que começas a dar alegria ao meu dia. O teu corpo transmite vida, transmite a delicadeza de um coração aventureiro que no fundo também gosta de carinho, que também gosta de sofrer um bocadinho de amores profundos. As mãos são a tua chave para me atacar o coração, os seus pequenos gestos soltam em mim deliciosos sentimentos que me dão alegria.

Oh que pecado me és no coração, que espinho nas minhas mãos. Como te gosto de segurar, de sentir as tuas mãos no meu rosto, de saborear os lábios que mesmo secos conseguem dar-me doces desejos a cada toque. Tens a vontade de viver intensamente e a vontade de amar apaixonadamente. Também eu tenho essas vontades. Sorri para mim e junta numa pequena bola o teu bonito cabelo, fica-te super fofo.

Tu és um pedaço do céu.
Santificado seja o teu amor, tanto nos lábios como no coração.

segunda-feira, novembro 11

Os teus beijos são doces...


As tuas mãos choram sobre o meu peito. Aquecem-no como carinho, com vontade como os teus beijos me aqueceram os lábios. Aninhas o teu rosto no meu peito e usas as minhas mãos para te acariciem pausadamente a cabeça e o corpo, respirando delicadamente, tal e qual como és em pessoa. Tu meu carinho. Passamos o dia deitados no sofá a ver filmes, a conversar e a beber chávenas com chocolate quente ou aqueles cafés em copos do café da esquina. Quando te levantas para ir apenas ao quarto de banho detenho-te com rapidez porque eu não te quero longe de mim nem um segundo que seja. Não quero! "Fica!" digo-te eu com o coração já a pular-me no peito. O teu rosto diz-me que voltarás o mais rápido possível para os meus braços, onde tu costumas dar os teus mimos, o teu carinho, a tua alegria contagiante.

Adoro quando me levantas o queixo com a mão quente. Adoro quando me confortas com esse olhar. Não queres que chore diante de ti, por isso passas os meus momentos de tristeza a limpar-me as lágrimas do rosto uma a uma. Quando elas chegam aos meus lábios beijas-mos segurando-o até que sintas que parei de chorar.

As lágrimas são-me salgadas, mas os teus beijos são doces.

domingo, novembro 10

Cuida dele por mim.


Os teus olhos durante a noite fecham-se e os meus mantêm-se abertos, porque eu não sou capaz de os fechar, porque tenho medo. Tenho medo que desapareças tão rapidamente como surgem miragens no deserto. Tenho medo que assim que fechar os olhos tu te vás embora deixando-me a dormir na cama. Quantas vezes tenho eu de te dizer que caíste no meu coração e de alguma maneira maravilhosa conseguiste ficar e encaixares-te na minha vida de uma maneira tão mágica, tão simples, tão carinhosa e acolhedora. Que... És uma inspiração, um cantinho de refugio, onde te posso dizer tudo, onde te pergunto coisas tão estúpidas que por vezes sinto que deves achar que sou louco, que realmente só posso ter o diabo no corpo e que mesmo assim dás-me a mão e sentes o meu coração bater levemente. Ou outras vezes com força quando me beijas sem eu estar à espera.

Oh se eu te pudesse ter clonada, se eu pudesse conhecer assim alguém como tu, alguém com essa vida tão extraordinária dentro de ti, com perfeições e imperfeições. Olha-me nos olhos e chora. Quero ver-te chorar porque gostava de te aconchegar nos maus momentos, gostava de poder saborear essa tão bonita testa mais vezes, de passar as minhas mãos no teu cabelo e de sussurrar as palavras que tenho guardadas só para tas dizer a ti.

Toma o meu coração! Cuida dele por mim. Eu sei que farás um bom trabalho.

O que os teus olhos vêem...


Oh querida, como gosto de te tocar no rosto, de te ver com esses olhos a brilharem quando sorris, quando te cresce uma alma nova quando te faço rir , quando te toco no rosto e te acaricio as têmporas ou o nariz, as bochechas e esse pescoço seco que solta aromas que me deixam enfeitiçado pelo teu corpo. Cresce uma espécie de chama que não te consigo explicar, uma coisa totalmente diferente, como se tudo o que fizéssemos juntos significasse alguma coisa, quase como se nos preparássemos um ao outro para outra pessoa, para a vida, para o mundo, para um amanha que está perto.

As estrelas choram e o que mais importa é que consigo sentir o teu corpo junto ao meu, sinto as tuas mãos sobre o meu peito que se apertam e fazes um esforço para te conteres. Gostava de te dizer como adorava tanto ver-te todos os dias, de te dar um pequenito beijo nesses lábios tenros, de ver de perto os olhos acastanhados, de passar as minhas mãos pelo teu rosto. Adoro os teus carinhos, as conversas, tudo o que parecia estranho ao inicio e que agora parece saber a tão pouco.

Deixa-me ver o que os teus olhos vêem, deixa-me partilhar as maravilhas que vejo. Se eu pudesse ao menos ficar com um beijo teu para sempre guardado na minha memória. Como se a cada vez que os quisesse sentir de novo, pudesse beijá-los mesmo que não tivesses comigo.

quinta-feira, novembro 7

Dói-me ver-te partir....


Limpaste as lágrimas do meu rosto e pousaste as tuas mãos sobre o meu peito. Aninhas-te a tua cabeça entre o ombro e o meu queixo. O teu pescoço ficou à mercê dos meus carinhos, dos meus beijos de lábios feridos.Os teus lábios são o meu remédio, princesa, perco-me quando me beijas, quando soltas a língua e me tocas nos lábios com ela. És adorável, és deliciosa, és divertida, és risonha e comunicativa. És tudo e outro tanto. Surges sempre vestida de maneiras diferentes, mas sempre tão bem vestida, gosto disso, gosto de te ver assim tão "crescida" tão mulher.

Quando te vais embora o meu coração grita, grita tanto que não o consigo calar. Ele chora, e faz-me a mim chorar, embrulho-me nos lençóis da minha cama e fico-me pelo silencio do meu quarto. Avisto a lua pela janela e penso em ti, nos teus olhos, na tua voz a ecoar nos meus ouvidos, nas palavras, na vida que trazes no corpo.

Dói-me ver-te partir.

quarta-feira, novembro 6

Só mais um pedaço de ti...


A mão suavemente passa pelos teus cabelos negros e cai sobre o peito do pescoço que agarra com firmeza, com atitude e te faz puxar para mim, para que leves esses lábios contra os meus e assim possa deliciar-me com eles. O teu corpo está a tremer e o meu mantém-se controlável, até que tu colocas as tuas mãos sobre o meu peito, logo depois me desmancho em prazeres, gemidos silenciosos.

Quero-te de novo. Só mais um pedaço de ti, por-favor.

terça-feira, novembro 5

Sorrisos em todo o lado...


Princesa! Minha querida! São esses os teus olhos que fixam tão intensamente? Meu anjo! Eu vejo os teu os sorrisos em todo o lado, eu sinto o cheiro do teu corpo nas minhas roupas! Querida! Pára! A noite cai e só consigo imaginar o teu corpo junto do meu e imagino também a tua voz, o teu bafo quente sobre o meu peito.  Eu toco nos teus lábios e olho para os teus olhos. O teu sorriso faz-me voar, faz-me sentir as coisas que há já tanto tempo não sentia. Tenho tanta coisa para te contar aos ouvidos. Eu estou bem, acho eu. Penso eu que estou bem. Mas estou para aqui a escrever na tentativa de tentar perceber no que é que isto vai dar. O tempo mata-me a cada segundo que passo sem um sorriso como o teu, sem um olhar energético como o teu, sem um mimo, um carinho de bochecha como tu dás com tanto amor.

"Olha para ti seu tolo miserável, levante, pára de estar de joelhos, as tuas preces caíram em ouvidos moucos de Deus e ele virou-te as costas, os portões do paraíso estão fechados e estás a bater nesse momento às portas do inferno. Tens sorte por não te levar a alma comigo."

Essa tua silhueta traduz-se como "Um paraíso perfeito onde gosto de colocar as minhas mãos". Essas curvas, esse rabo dá-me um gosto estranho, um gosto de os poder ver todos os dias, de lhes poder tocar, de os sentir e de te sentir a ti, com delicadeza, com aquele carinho que parece que nunca acaba. Amanhã talvez já cá não esteja.


domingo, novembro 3

Acanhaste-te sobre o meu peito...


Acanhaste-te sobre o meu peito e encostaste a tua cabeça no meu ombro esquerdo, suspiraste, remexendo com a cabeça para te chegares mais perto de mim. Beijei-te os lábios secos e logo de seguida a testa, que chegaste para a frente para ta beijar de novo. Apertei-te contra mim e disse: "Estou aqui!" Voltaste a soltar um pequeno suspiro e apertaste-me contra ti. Podia sentir o calor do teu corpo, a pureza do teu respirar, o bafo quente que batia sobre o meu ombro direito e como o teu corpo se entrelaçava no meu a fim de impedir que eu fosse retirado de ti, como se eu fosse uma almofada ou um peluche que te ajudava a proteger de monstros ou porque te facilitava o adormeceres calmamente. Deixei-me estar quieto e só não podia abraçar-te mais, beijar-te mais, falar-te mais, deter-te mais, aconchegar-te mais, porque só de te ver de olhos fechados com esses lábios tão bonitos fiquei impávido a olhar para ti, a ver-te dormir tão tranquilamente.

Poderia viver uma vida inteira que nem todas as palavras que escrevesse não eram suficientes para explicar o que o coração cala e o peito sente.

Não deixes a minha mão...


Beija-me o coração e diz que me amas. Aperta-me contra o teu peito e respira sobre o meu pescoço e não largues aquilo que seguras com tanta força. Gostava de te levar ao outro lado do meu ser, de te mostrar as coisas novas de que sou capaz de fazer, das maravilhosas palavras que te posso dedicar ou escrever. Quero mostrar-te um mundo melhor, dá-me a tua mão cruza os dedos e vamos voar juntos. Adoro provar os teus lábios, estejam secos ou deliciosamente molhados. Sinto o coração a querer falar mas sei que não o posso deixar fazer isso, pois poderei perder-te e eu não quero nada disso.

Tenho saudades desses lábios e só partiste à uma hora. Tenho saudades desse corpo, dessa paixão que te faz brilhar os olhos. Adoro a tua personalidade e a voz que te sai da boca. Adorava passar o dia contigo, de te mostrar o que já vi e poder ver aquilo que já viste. Adorava escrever para ti, adorava escrever contigo, adorava e queria, porque dizer quero talvez seja demasiado complicado ou como tu dizes "esquisito".

Mesmo que não venha a acontecer de novo nada entre nós, quero que saibas como adoro ouvir-te falar, de como adoro olhar-te os olhos brilhantes, de te saborear os lábios, de provar o teu corpo com a língua e de te ver estremecer com suspiros e gemidos delicados.

"Não deixes a minha mão!"

quinta-feira, outubro 31

Talvez amanha...


Sento-me no banco do jardim sozinho, espero-te à largas e demoradas horas e nem um sinal de ti, nem uma mensagem, um recado, um telefonema, nada. Agora tento encontrar uma solução, ou fico até que escureça na esperança de que apareças ou parto de novo para a minha vida ansiando que haja outro dia, outra hora em que possa esperar por ti. Como poderei eu fazer tamanha espera. A espera de te encontrar de novo na rua ao cruzar-me contigo e voltar-me para trás e sorrir para ti, esticar-me para te agarrar o pulso e saber que também tu procuras alguém como eu.

Se pelo menos tu pudesses ficar só por mais um bocadinho. Mas por hoje não estás, hoje não, talvez amanha, quem sabe?

sábado, outubro 26

Foi bom sentir o teu rosto...


Olá minha Alice. Acho que já não sabia sorrir, mas quando abriste a boca e dela saíram histórias da tua vida pude-me rir contigo, coisas que antes não fazia. Fizeste-me aperceber de como a vida muda tanto. Foi bom sentir o teu rosto, apertar-te contra o meu corpo e poder ouvir a tua voz, olhar-te nos olhos e ver a vida que expeles através deles. Adorei cheirar de novo aquele teu cheiro característico.

Se não nos voltarmos a ver mais, gostava que soubesses que naquele dia à noite a conversa que durou das dez da noite até às três da manhã foi uma coisa que gostei de o fazer contigo, há muito que não falava com ninguém, há muito que precisava de falar, de tirar de dentro de mim esta vontade enorme de falar com alguém. Gostei, espero que tenha valido para ti teres estado comigo, para a próxima vamos até ao café, prometo-te isso.

domingo, outubro 20

Deixa-me entrar nos teus sonhos...


Centenas de dias passaram e eu ainda penso em ti. Ainda penso no nosso primeiro beijo,nas mãos dadas e no aperto que o coração ganhou que foi tão profundo e marcante. Conheci tanta gente antes e depois de te ter conhecido, e tantas outras ainda espero conhecer e continuo aqui À espera de ouvir um pedaço da tua voz, ver um bocadinho dos teus olhos, saborear os lábios que sempre me foram tão delicados, sentir os teus cabelos a passar por entre os meus dedos.

Eu não irei esquecer aquilo que vivemos juntos. Ainda consigo ver os nossos lábios juntos, mesmo que os horrores da vida nos façam separar ainda vejo as nossas mãos dadas. Se cair gostava de cair contigo, se me levantar gostava de me levantar contigo. Como podia eu esquecer alguém com essa personalidade, alguém que arriscava as más línguas para falar o que lhe ia na cabeça?

Meu amor fecha os olhos e deixa-me entrar nos teus sonhos hoje à noite.