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sábado, janeiro 11

Vou amar-te...


Um dia irei escrever nos teus braços, no teu peito, deixar escrito nos teus lábios as coisas boas que me fazes sentir, as emoções constantes que sinto ao ver o teu olhar, as ansiedades que me causas só de te ver morder o lábio, das nostalgias que me aconchegam o corpo quando me dás a tua mão e, fazes pousar levemente a minha cabeça sobre o teu ombro de mulher.

Eu irei partilhar contigo as minhas batatas fritas quando já tiveres comido todas das tuas e ainda estiveres com fome. Nunca irei quebrar uma promessa, se souber que não a posso concretizar digo-te logo que não, mas que poderei tentar. Irei beijar os cortes e os dedos entalados nas portas. Irei tentar não ser chato com aquelas minhas perguntas tolas e sem sentido algum, aquelas que te deixam chateada e sem vontade de me responder. Irei enviar-te presentes ao calhas, mesmo que não signifiquem nada. Não sempre, não a certos dias ou a certas horas, apenas quando eu quiser e sentir que mereces um, ou dois, ou talvez mais. Estarei sempre à tua espera uma hora mais cedo no sitio onde combinarmos encontrar-nos. Responder-te-ei com educação e farei com que estejas sempre a sorrir.

Irei agarrar-te pela mão e... Vou amar-te. Vou amar-te. Vou amar-te.

sexta-feira, janeiro 10

Tal como o sol o faz comigo...


Vai com cuidado digo-te eu. Vai devagar, dizes-me tu. Amo-te! Dizemos nós com um beijo sobre os nossos lábios. Agarras-me no braço e fazes-me parar, puxas-me para ti e soltas uma pequena lágrima que te corre bochecha a baixo e olhas-me com esse olhar tão doce, com essa voz suave e delicada e apertas-me com força o braço, nunca desviando o olhar dos meus olhos. Eu olho-te, observo-te e jogo os olhos à tua mão e volto a olhar-te. Tu vês-me sofrido e olhas para o que estás a fazer e lentamente largas o meu braço. Dás um passo a trás e dizes apenas "Desculpa, Pedro! Desculpa!" E desatas a chorar. Cobres o rosto com as tuas mãos, os soluços começam a ganhar força, a tua voz suave ganha um som intenso e horrendo e o teu corpo treme por todos os lados. as tuas lágrimas caiem no chão. Choras.

Pego-te por um braço e puxo-te para o meu peito onde continuas a chorar e a lamentar-te, a pedir-me desculpa enquanto no meu braço vai aparecendo a marca da tua insegurança, do teu medo, da tua ansiedade, do teu desconforto, do teu silêncio. Da vida que te mata aos poucos. Devagarinho comecei a balançar o meu corpo de um lado para o outro como se te segurasse nos meus braços como se fosses um bebé, a minha bebé. Do nada começamos a dançar lentamente e acabamos por nos rir. Nós nem pensamos nas coisas que fazemos um ao outro, simplesmente fazemos e pronto. Magoas-me com as tuas deixas, com os teus ciumes compulsivos, com as palavras amargas que expeles da boca, dos olhares tenebrosos com que me acusas de algo tão simples como o esquecer de comprar pão. O medo de te perder é grande, mas nada impede que faça de ti a mulher mais confiante e alegre durante o tempo que estiver contigo. Quero que chegues ao fim e te lembres do sorriso que coloquei no teu rosto, nos dias em que a tristeza te invadia o coração.

Eu já te encontrei e já te perdi. Voltei a encontrar-te e não te quero voltar a perder, não desta vez. Eu quero apenas dizer que me fazes sentir bem, que tu me alegras os dias, que me aqueces o peito, tal como o sol o faz comigo.

quinta-feira, janeiro 9

Sabe sempre tão bem...



Sabe sempre tão bem passar um serão no café a conversar contigo, a ver-te sorrir, a ver-te piscar os olhos, a fecha-los quando o riso é mais forte e tens de os fechar porque se não choras. Gosto quando colocas a tua mão sobre as minhas pernas em jeito de me chamar a atenção para alguma coisa que queres dizer e adoro o silêncio. Apenas o silêncio do mundo, das pessoas, dos carros, da vida que nos corre à volta e sem nos apercebermos invade-nos de uma maneira subtil e delicada.

Dás-me vontades de viver, de acreditar, de acordar cedo e escrever-te, simplesmente escrever-te.
Fazes-me querer viver cada segundo com uma vontade imensa de o ter todo em mim.
Quero viver devagarinho....

És maravilhosa!

Pode haver distancia entre nós...


Pode haver distância entre nós, posso eu morar em Coimbra e tu no Porto. Podes morar em Inglaterra e eu em França, mas já mais poderemos dizer um ao outro que a distância nos irá afastar, que nos impede de estar juntos, de nos vermos e beijar-nos. Não é ela que nos impede meu amor, não é! Apenas o tempo tem responsabilidade de tal coisa.

Eu viajei duas horas de comboio, esperei pela hora de ir ter contigo ao aeroporto mais quatro horas. Faltei um dia ao trabalho para poder estar contigo, para te poder ver durante duas horas meus amor, arrisquei tudo o que tinha para te voltar a ver, para voltar a sentir o teu calor, para voltar a sentir as bochechas rosadas, maravilhar-me com o sorriso e essa tua doce voz. Fazes-me apaixonar por ti toda a vez que estamos juntos, não me importam outras raparigas, não me importa o futuro ou o passado, apenas aquele pequeníssimo momento. Sofro de ansiedades quando dizes que para o mês que vem, ou que para a semana tu vais apanhar o comboio ou o avião para poder vir ter comigo, para podermos estar juntos mais um bocado. Eu faço a minha vida e tu a tua quando estamos longe um do outro e quando pudemos ver-nos, vemos e nada mais importa, não importa as contas bancárias, não importa o tempo que passamos fora de casa, o tempo que o telemóvel fica por atender, nada importa se não aquele curtinho, aquele minúsculo tempo que nos faz tão bem, que nos aquece os corações.

É só contigo que isto me acontece, é só contigo que tenho calafrios pela coluna abaixo, é só contigo que os beijos são delicados e suaves, é só contigo meu carinho. É só contigo que me perco em tentações, é só contigo que no corpo me nasce o pecado, é só contigo que o girar do mundo e as guerras das gentes se perdem no tempo e no espaço. Só contigo eu consigo respirar melhor.

Queria que o tempo parasse. Quero que o tempo pare! Oh, merda! Que o tempo pare meu amor! Que o teu sorriso te fique para sempre no rosto, que o teu coração palpite para sempre com a mesma força com que sorris e com a energia que respiras a vida à tua volta. Fica comigo meu anjo, fica aqui, comigo!

domingo, janeiro 5

Foram-se as estrelas...


Foram-se as estrelas, foram-se os caminhos, foram-se as esperanças, foram-se os carinhos, foram-se os beijos, foram-se os amanheceres, foram-se as noites junto a ti, foi-se tudo o que sempre gostei de viver contigo, foi-se tudo meu amor, foi-se tudo embora para longe, esvoaçando como quando o vento em pleno outono sopra com força as folhas das árvores, levando-as por vezes para longe, tão longe que nunca mais vêem a sua mãe.
Perdi a chave de minha casa, perdi a chave do meu coração, perdi tudo o que tinha teu, tudo o que tinha para te dar. Perdi-te, meu amor, meu anjo, meu carinho de alma, meu sorriso contagiante, minha doçura de mulher. Sempre me conseguiste dar um certo aconchego, um certo mimo e carinho. Foi no teu peito que chorei tantos segredos, foi nas tuas mãos que deixei beijos de alivio, foi nos teus lábios que deixei todo o amor que tive, foi sobre a tua testa que deixei o enorme e imenso respeito que te tenho. Foi sobre o teu nariz que deixei ficar a minha esperança, o meu futuro, a minha vida toda. Foste um passado que se transformou num presente, mas que não quis chegar ao futuro.


Foste impecável, foste impressionante e incomparável. 
Foste única pela maneira como me deste a tua mão.
Foste aquilo com que sempre sonhei. 

Foste o sonho que se tornou realidade.
Foste uma realidade que acabei por perder.

sexta-feira, janeiro 3

Meu pedacinho de algodão...


Seguro-te sobre o meu peito como se fosse a primeira vez que segura-se em ti, no teu corpo suave e delicado, sentindo o cheiro doce da roupa nova que a tua mãe com tanto amor, com tanto carinho demorou horas a escolher. Ela queria o melhor, o mais bonito, o mais perfeito para ti. Queria-te linda, queria-te perfeita com ele vestido. Mas eu não queria saber do que ela te queria comprar na altura, queria apenas saber que estavas bem quando ainda estavas dentro dela, dentro da sua barriga. Meu bem mais precioso.

Agora que estás cá fora, posso tocar-te nos pés, posso pegar-te nas mãos pequeninas e dar-te o dedo indicador ou o mindinho de ambas as minhas mãos, para que tu com a força de mulher que tens, mos apertes, como se me pedisses para nunca na tua vida eu te largue a mão, que mesmo que faças coisas más, para que nunca te deixe de amar. E não vou meu amor. Não vou deixar de te querer ver bem, deixar de te segurar pela mão e dar-te beijinhos na boca em sinal do meu amor. Porque tu és-me metade, és aquilo que sou e o que já fui. És a tua mãe em pessoa, porque tens os seus olhos, o seu nariz e a boca, tens o meu corpo, o corpo alto e esguio, tens as mãos grandes e as orelhas pequenas. Caracóis acastanhados como a tua avó tanto nos pediu. És tu meu anjo, és tu, meu pedacinho de algodão.

Segurar-te nos meus braços e poder beijar-te a testa pequenina e cheirosa, saborear os teus dedos quando os colocas na minha boca tentando puxar-me a língua ou arrancar-me com a tua força super-natural os meus dentes. Porque eu só quero que sejas feliz. Só quero que te tornes melhor do que eu, que ames os outros com o coração e com a tua razão. Espero que quando te apresentar o mundo, o consigas ver como uma grande tela branca, dar-te-ei as ferramentas e as tintas necessárias para o pintares da maneira que mais te convier.

Anseio pelo dia em que irás pronunciar "pai, mãe"
És o centro do nosso mundo e deitaríamos castelos e montanhas a baixo, só para te ver bem e feliz...


Para quando um dia nasceres. Saberás que não foi escrito em vão, mas a pensar no futuro de te fazer, de te ver nascer, de te criar e ver sorrir. Espero que gostes de o ler como eu gostei de o escrever.

Quando a alma me está fria...


Quando a alma me está fria, quando o corpo não me responde ao coração, quando as palavras não saem e os olhos não querem ver, lá vens tu, longe de tudo o que te mantém segura de todos os males, segura de tanto mau olhado, de tanto agoiro, longe do teu porto de abrigo que por vezes soltas sobre o meu peito indicando que to sou eu. Vens de longe só para me salvar, para me deixar um delicado beijo sobre os meus lábios, ou quando tu sentes que apenas preciso de um mimo, soltas um carinho sobre a minha testa e tocas no meu nariz com a ponta do teu dedo indicador e sorris. Sorris como se por magia toda a tristeza, todos os males, todas as feridas que tivesse no corpo subitamente se curassem tornando-se simples cicatrizes. 

Há momentos em que desejava ter-te só minha, ter-te apenas! Ter-te ao meu lado para te proteger, para colocar o meu braço à tua volta e fazer-te sentir segura comigo, segura do frio, segura das más palavras, segura e protegida de qualquer ameaça vinda do exterior. Ao beijar-te os tenros lábios saberia que estavas cheia de orgulho no peito, cheia de vida, cheia de prazer de te aventurares de novo na cama ou pelo mundo. Adoro o teu silêncio, adoro os teus sorrisos, adoro o teu choro e os teus carinhos. Adoro quando te esticas toda e sorris, quando me bates no peito e te desfazes em lágrimas. Não adoro ver-te chorar, mas gosto quando me olhas com aqueles teus olhos de má, ou quando os tens mais delicados, eles me fazem render à tua choradeira e eu abraço-te mesmo que não queiras, eu resisto a manter-te presa a mim, junto de mim. E choras. Choras porque alguma coisa te faz chorar, e só o fazes no meu peito, porque é quando choras que me és tanto, que te sinto mais, que me és natural, não quero dizer que quando sorris que não és sincera para mim, mas quando choras, oh, quando choras és tu, rapariga de sentimentos. Rapariga delicada e ansiosa, frágil e desprotegida. É quando choras que tu me puxas pelos braços, é quando pegas nas minhas mãos e as levas ao teu rosto para te dar aconchego. Mas nem sempre o fazes, não o fazes porque eu já to faço com carinho, já o faço para te acalmar a alma, para te pegar ao colo e cuidar de ti, tal como mereces.

Dás-me vontade de te ter aqui ao meu lado, para poder abraçar-te, para te poder beijar a testa e olhar nos teus olhos as coisas que não dizes, as coisas que não queres que eu saiba.

Amo quando o teu olhar se torna envergonhado.

quinta-feira, janeiro 2

Devagarinho meu amor...

Adoro-te encorajar. Até hoje nunca precisei de te ensinar a sorrir, pois sempre o tiveste no rosto, sempre foi sincero e genuíno, sempre te foi tão querido, tão simpático e extrovertido. Agradável momento aquele com que me acordas de manhã, aquele beijinho no rosto em forma de sms, aquele aperto no coração que sinto logo a seguir é tão estranho e ao mesmo tempo tão confortável, sentir que me queres perto de ti. Oh, meu amor, pudesse eu adormecer ao teu lado e acordar contigo ao meu. Fazer-te cócegas nos pés, ou beijar-te na nuca carregada de cabelos teus. Deixa-me adormecer sobre os teus joelhos, deixa-me adormecer nos teus braços, deixa-me dormir como se fosse teu, como se fosse o teu precioso bebé com que para sempre irás proteger de todos os males. 

Dá-me o teu amor e eu dar-te-ei a dobrar. Acarinha-me a alma, acarinha-me o rosto, dá-me o teu mimo sobre o meu pescoço. Peço-te uma pequena coisinha meu coração doce. Tolera os meus ciumes se eu tolerar os teus sobre mim.

Devagarinho meu amor, devagarinho.
Pois não tenho pressas de viver.

quarta-feira, janeiro 1

Quando escondo...


Alegras-me com o teu sorriso, com o encanto suave que te fica nos olhos quando estás comigo, quando sentes que te mimo, que te beijo as bochechas e te acarinho no meu peito. Gosto quando pousas a tua cabeça no meu ombro e adormeces a falar comigo. Ficas com um rosto tão querido, tão simplesmente fofinho e angelical, que só me dá vontade de te encher ainda mais de mimos, vontade de te pegar ao colo e levar-te para a cama onde posas descansar melhor. Ou dar-te o peito como o melhor sitio para dormires.

É quando escondo o meu rosto por entre os teus braços, por entre os cantos do teu peito, que encontro um abrigo, um lugar calmo onde posso chorar, onde o frio já não me pode tocar.

Até no silencio...


Preciso de ver esse sorriso bem como de ouvir a tua voz. Gosto de sentir o teu carinho a saltar-me para o corpo, as tuas lágrimas a tocarem-me no ombro, as minhas mãos sobre o teu rosto, ou segurando o teu corpo. És-me tão querida. Desfaz-me com o teu calor, desfaz-me com os teus beijos de língua, com os teus olhares que me vão matando por dentro. Adoro quando perguntas se está tudo bem, adoro quando me seguras na mão e me sorris quando choras um amo-te nos meus lábios, quando aninhas no meu peito ou quando te encostas a mim. Gosto da maneira suave que o tom da tua voz faz ao acordar-me de mansinho pela manhã. Fico atento quando me dás o teu apoio, até mesmo quando gritas comigo. 

Até no silencio, me fazes sentir bem.
Deixa-me amar-te!

domingo, dezembro 29

Só posso dizer...



Sou eu o único que tem medo? Sou eu o único que envolve o teu rosto com as mãos? Sou eu o único que te faz os olhos brilhar? Serei eu o único que te segura no queixo e te pede para não chorares?

Posso ser sincero contigo meu amor? Poderei eu dizer-te aquilo que o meu coração sente por ti sem que tu tires conclusões precipitadas sobre o assunto? Será que posso? Eu vou dizer na mesma tudo aquilo que há já tanto tempo te tenho para te contar.

Adoro a maneira como o teu sorriso me faz carinhos no coração, adoro como as tuas mãos envolvem o meu corpo, ou quando me queres contar alguma coisa e queres que tome atenção me abraças o braço com toda a força que tens no corpo, esse corpo que me faz ansiar de prazeres. Posso falar agora dos teus lábios? Dizer-te as maneiras como me encantam e enfeitiçam a alma? E esses olhos que são tão vivos, tão cheios de amor, de uma coisa estranha, como se tivessem uma força qualquer, uma inspiração, uma vontade de viver. 

Adoro as nossas conversas, podem não ser aquilo que sempre pensámos ter com alguém que nos é ou será tão querido. Adoro a tua voz e a maneira nortenha de como proferes certas palavras,aqueles tiques comunicativos que usas. As delicadas palavras e aquele arranhar de alma que acontece quando te chateias com alguma coisa. Parece que te conheço à anos, parece que todo o tempo que passou sem nos vermos tivéssemos juntos. É estranho explicar-te aquilo que me fazes sentir.

Fazes-me sentir amado, desejado, feliz, cheio de vida, cheio de força para mais um dia. E se isto que te digo não for suficiente para que um sorriso sobre os teus lábios surja, então que me beijes e eu então colocar-te-ei um sorriso nesses olhos e um amor nesses lábios.

Antes que te vás embora, deixa-me dizer-te aquilo que até hoje não tive coragem para te dizer. Eu não te amo, não! Eu adoro-te. Adoro os mimos que me dás sem te aperceberes. Não posso dizer que és tudo o que eu vejo, pois estaria a mentir, mas sabe bem falar contigo. Encantas-me a alma, inspiras-me, cativas-me, motivas-me.

Se por alguma razão nunca mais nos vermos, só posso dizer: Estou feliz por te ter conhecido.

sábado, dezembro 28

Arrepias-me o coração...


O meu corpo começa a aquecer assim que pouso os meus lábios nos teus. Aquele carinho que pela ponta dos teus dedos caiem no meu rosto fazem-me desejar sentir-te mais próxima de mim. Quero tocar o teu corpo, quero deliciar-me com o teu pescoço, quero apalpar descaradamente o teu peito, beijá-lo sem dó nem piedade, quero acarinhar-te a alma, quero ser bruto com o teu corpo. Vem calar o meu corpo com o teu.

Tiras-me a camisola e envolves a minha cintura com as tuas mãos frias, e como eu adoro senti-las no meu corpo, como te adoro sentir em cima de mim. Chama-me louco, chama-me tarado, tu sabes que gostas da maneira como te apalpo o rabo, a maneira como a minha língua te passa pelo pescoço, a maneira como a minha voz entra nos teus ouvidos. Os movimentos que o meu corpo faz quando sinto o teu tão quente, tão suado, tão cheio de sexo, arrebitado e pecaminoso.

Vem provocar o meu corpo esta noite. Tenho-te saudades.

quinta-feira, dezembro 26

Tu és a minha manhã...

Tu és a minha manhã, faça sol ou faça chuva. Quando me sento em cima do meu coração e choro como um danado, tu ouves-me ao longe. E quando ne vês naquele estado de completou caos, naquele sofrimento tão destruidor, corres para me abraçares, para me dares esse peito onde me aconchegas, onde me deixas chorar. Tu mesmo com esse sorriso no rosto, não me enganas, não me consegues esconder essa lágrima que quer ser livre.

Colocas a mão sobe o meu queixo encharcado de lágrimas e pedes-me para te olhar nos olhos. Assim que os levanto e vejo a tua beleza, a tua carinhosa alma repleta de vida e um intenso amor que te sai dos olhos, eu páro de chorar e beijo-te . limpas-me as lágrimas com os teus dedos delicados enquanto me chamas de tolo e doido.

Colocas as mãos nas minhas bochechas e dizes que gostas muito de mim e que não me queres nunca mais ver assim tão choroso. Olho para os teus olhos e seguro-te nos pulsos onde faço um aperto suave para que sintas que estou contigo. Para te sentir real. Para sentir e saber que não és um sonho.

Dá-me de novo o teu peito. Quero ouvir o teu coração bater. Meu carinho de alam.

terça-feira, dezembro 24

Cresce um silêncio que me aconchega a alma...



Olho-te nos olhos quando posso, digo quando posso porque nem sempre te apetece receber mimo, nem sempre te apetece receber aquele carinho que solto através das pontas dos meus dedos, ou dos meus lábios que anseiam tocar-te o rosto, as bochechas, os olhos, largar sobre as bochechas uma paixão, ou sobre a testa um carinho e um respeito que possa arrancar do teu ser os medos, os maus olhados, os choros e todas as incertezas que tenhas nessa alma. É-me difícil ficar indiferente à energia que sai do teu corpo, à agressividade e assertividade que os teus olhos soltam.

No momento em que os nossos olhos colidiram senti um choque a percorrer-me todo o coração. Agora sinto que posso gritar alto até que o coração me saia do peito, até os meus pulmões não aguentarem, até que a voz me doa, até esgotar todas as forças do meu corpo. Podem as estrelas deixarem de brilhar, pode a lua cair e o sol explodir, pode o silêncio por-se durante muitos dias, eu neste momento sinto-me aliviado. E sentir-me-ia mais se pudesse levantar esse queixo que faz esse rosto tão carinhoso esconder-se dos meus olhos. Olha-me, não tenhas medo, olha-me como me olhaste naquela outra vez. Podes tocar, podes falar para mim, não sou o lobo mau, e mesmo que fosse a minha dieta está em dia.

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Quando olho para ti, cresce um silêncio que me aconchega a alma.
Adorava falar-te, mas... A timidez pesa-me na voz.
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Adorava que tivesses sido tu a dizer-me o teu nome.


Desde o dia em que troquei olhares contigo o meu coração suspirou. Nesse dia só tinha vontade de te sorrir, de te dizer olá, de fechar os olhos e e sentir a tua respiração sobre o meu pescoço. Olhei-te com calma, com uma coisa estranha sobre o peito, como se uma mão me tocasse para me acalmar a respiração em completo caos. Mas, por muito que escreva sobre aquele pequenino momento eu não consigo dizer aquilo que sinto quando olhei de novo para ti. Não te consigo ler os olhos, não te consigo decifrar. Pareces um sol diante de mim que me cega de boas maneiras. E mesmo que te conseguisse ler o rosto eu não o iria gostar de fazer, porque gosto de conhecer cada gesto, cada palavra, cada sorriso, cada ponta de delicadeza que as tuas mãos tiverem, cada suspiro, cada pedaço de paixão, de ânsia que o teu coração sofra. Quero descobrir como ler o teu olhar aos poucos e poucos. Eu sei que deveria dizer-te isto pessoalmente, sei que sim, mas perdoa-me se ainda não tive a coragem para soltar mais palavras do que um obrigado, ou um cumprimento quando me cheguei perto de ti. Peço desculpa por ser tão assim, tão tímido com uma rapariga com uma personalidade tão forte, tão marcante e, que ao mesmo tempo delicada que se rendeu ao de-leve quando a olhei nos olhos. Tens um olhar carinhoso. Não são os olhos azuis que o faz delicado, é apenas a tua manifestação de timidez que apresentaste naquele dia, ou quando olho para ti e te vejo tão rosada, tão simples e calma, é disso que gosto no teu olhar. Eu peço desculpa, eu nem te conheço, apesar de ter sido capaz de perguntar o teu nome a uma amiga tua, sinto que te vou fazer perder tempo por leres isto, por leres os arrepios que sofro no coração por cada vez que olho para ti, para cada vez que me tento lembrar da tua voz, das mãos, do sorriso acanhado e tão bonito. Peço desculpa se não era isto que querias ler, ou se não querias nada disto. Como me sinto tão totó por escrever estas coisas aqui e não ter mais coragem para tas dizer cara-a-cara, segurando-te pelas mãos, olhando-te nos olhos sem os chegar a piscar uma única vez. Quero saber primeiro de cor o teu sorriso antes que solte um sorriso na tua direcção, talvez isto seja o medo de me magoar. Pode já alguém ter-te ficado com o coração, mas isso não me importa para já. Só gostava de ouvir de novo a tua voz acompanhada de um desses teus sorrisos. 

Essas bochechas rosadas, tão encarnadas como o sangue que te corre nas veias, tão vermelhas como a vida que te arrepia o coração. Deu-me calafrios pela espinha abaixo e fez-me ter vergonha de te voltar olhar. Menina querida, rosto simpático, olhar tenro e delicado. Lábios encarnados que se rasgam em centenas de sorrisos.

Adorava que tivesses sido tu a dizer-me o teu nome.

domingo, dezembro 22

Sobre o meu rosto bochechudo...


Os teus lábios esta manhã encontraram abrigo nos meus e, com a mesma facilidade se perderam deles, chorando logo de seguida como se me tivessem perdido para sempre. Não apenas os meus lábios mas também todo o meu ser, a minha pessoa, a minha energia. Pousaste a tua mão sobre o meu rosto bochechudo e sorriste para mim.

É agradável para mim enquanto rapaz, ver os teus olhos brilharem e o teu sorriso ser o mais vivo e vibrante possível quando estás comigo.  Não usas coroa e sei bem como não ligas a nada disso, mas de alguma maneira há dias em que tu, sim meu amor, meu carinho de alma, tu, pões nessa delicada cabeça sobre esses cabelos suaves uma coroa. Uma coroa invisível. Torna-te melhor, mais forte. Mais... Mais mulher com força, mulher com vida no interior do seu peito. há dias em que te sentes rainha, outras uma simples camponesa, ou quando andas de mal com a vida, a mulher mais infeliz de todas.

Pode isto parecer mal mas sinto que to devo dizer. Tu não és a minha rainha. Não és! És uma mulher. Com uma força e uma vontade de viver extraordinária. Tens uma mágoa, uma magia estranha que te sai dos olhos, da voz, do corpo que me cativa. Que me motiva e ser melhor. A inovar nas frases, nas maneiras de falar, de dar amor e carinho, de te amar, de te fazer sentir bem e aconchegada junto de mim, ou para cada vez que me beijas, que me olhas, que me tocas ou dás as mãos. Para cada vez que posas o teu ouvido sobre o meu peito para sentires este coração do diabo a bater carinhosamente diante de uma pessoa como tu. 

Podes nao ter coroa, podes até nem ser rainha, mas és uma pessoa mágica com um olhar diferente de tudo o que já vivi. Talvez seja do amor, ou do carinho que te tenho. Gosto de te estragar com mimos. Mas também de ser o diabo para ti. Sabendo que um dia ninguém será perfeito. Não tanto como eu gostaria de o ser para ti, ou qualquer outra rapariga/mulher.

Pedro Miguel Mota.-.22/12/2013.

domingo, dezembro 15

Encantas-me com o teu sorriso...


Encantas-me com o teu sorriso, tão doce, tão delicado, tão cheio de vida como esses olhos observadores que salpicam aventura, decisão, assertividade. E em certas alturas, um brilho caloroso, um carinho suave como quando me olhas e dás a mão. 

Quando no outro dia entrelaças-te os teus dedos nos meus senti que estavas decidida a mantê-los junto dos meus. Gostei, gostei bastante de te sentir assim tão viva, tão cheia de vida e aquela ânsia de me apertar contra ti, de me apertares com força e nunca mais me largar.

Quero os teus beijos! Quero a tua mão sobre o meu peito, quero os teus lábios sobre a minha boca. Quero-te em mim de novo. Cala-me e provoca-me arrepios no corpo. Solta o cabelo coração faz-te mais rebelde. *.*

sexta-feira, dezembro 13

Senhora princesa...


Cala-me num beijo, cala-me com a tua boca, com a tua mão sobre os meus lábios. Vem para cima de mim e gritar do fundo dos teus pulmões os ares, as agitações que o corpo tem quando se encosta ao meu. Será que me ouves dizer o teu nome? Gosto. Gosto quando me dás a mão e posso sentir os teus dedos a querer mais do que um entrelaçar de dedos, mais do que um tremor de mãos, mais do que um beijo delicado do pescoço aos lábios. Abre a boca quero saborear a tua língua, quero tocar-te no céu da boca, quero deliciar-me com a tua saliva, com os anseios que o teu peito faz crescer dentro de si. 

Senhora princesa, senhora rainha, tomai meu coração como seu, tomai este peito onde podeis escrever com os seus dedos o seu nome. Tomai este ombro onde podeis deitar a cabeça quando os momentos forem maus e as lágrimas precisarem de ser aconchegadas.

segunda-feira, dezembro 9

Encantas-me a alma...

Deita a tua cabeça sobre o meu peito e chora tudo o que tens a chorar. A.vontade de te tocar o rosto é tanta. A vontade de dar mimo nesse nariz, nessa delicada testa. Dar-te o amor que te possa rasgar o coração, que consiga aquecer-te o peito, tirar-te esses suspiros dos pulmões, essas preocupações e dúvidas da tua cabeça. Gostava tanto de te tocar, de te ver, de ouvir a tua voz a bater-me no peito enquanto brincava com os meus ouvidos. Se eu pudesse chorar a tristeza e a falta de mimo, de amor e carinho.

Se eu um dia te pegar ao colo e te jogar ao ar, não fiques com medo princesa. É que não sei que maneira mais encantada tenho para te ver sorrir como um bebé. Encantas-me a alma.

"Se eu morrer antes de acordar deste sonho garabto-te a alma para que com ela fiques."

sábado, dezembro 7

Arrepias-me...


Arrepias-me com esse olhar penetrante, com esses lábios encarnados, essas mãos delicadas e provocantes quando me chegam a tocar. Dá-me a provar esses lábios outra vez. Tenho saudades de te tocar, de te beijar a testa e encher-te de mimo.

Estou aqui meu amor. Não te abandonei. Posso estar longe rmas a minha cabeça está bem perto de ti. Talvez mais do que imaginas, mais do que sintas. Oh que saudade de te ver sorrir. De te ver de olhos ternurentos quando te beijo de forma provocante, deixando-te ansiosa e de coração aos pulos.

Adoro deter-te nos meus braços.

domingo, dezembro 1

É agradável ver-te sorrir...

A manhã acorda com um delicado sorriso, com uma delicada brisa que te despenteia os cabelos acastanhados fazendo-os esvoaçar contra a tua fronte esbranquiçada. Esses olhos encolhidos e os ombros cobertos pelo grande cachecol tremem com o frio. Ao ver-te tremer coloco o meu ombro em volta do teu torço e suavemente esse frio que te mata o corpo vai desaparecendo. Beijo a testa e o pescoço destapado e acarinhas-me os cabelos e olhas-me nos olhos sorrindo e beijando-me os lábios. Sorriu e digo um "gosto de ti!" que te deixa com um ligeiro calor no peito.

É agradável ver-te sorrir, ver-te fechar os olhos e voltar a abri-los, tenho a sensação de que quando o fazes um bocadinho de ti se renova, como se fosse o ar expelido dos pulmões que se torna novo outra vez. Aqueces-me o peito, tiras-me os males do corpo.

quarta-feira, novembro 27

Já mal consigo respirar...


Meu amor, minha rainha, meu encanto de alma, minha alma gémea, minha amante. Tenho-te saudades. Tenho saudades desses lábios avermelhados, dessas bochechas rosadas, do pescoço sedoso. Volta para mim, volta. Sofro de vazios dentro de mim, a minha alma anda perdida, já não vejo o caminho que piso, e se o piso não sei por onde ando. Volta, preciso da tua luz, dessa alegria contagiante que trazias sempre contigo. Que trazias nos olhos amarelados, e nesse teu cabelo louro. Tenho saudades do teu amor, do teu mimo, da tua boca, dos teus seios, das tuas ancas, das tuas delicadas mãos. Sofro de anseios e não sei o que fazer. Eras a vida dentro de mim e agora que partiste és um passado que gostaria de viver como presente, como futuro.

Eu já mal consigo respirar. a tua ausência é-me tão complicada de digerir. Tenho medo de perder as memórias que tenho do teu rosto e da tua suave voz.

domingo, novembro 24

Não sou inocente...


Retira todas as más palavras que disseste deste meu precioso coração. Solta lá palavras de alegria na minha direcção e vem apanhá-las nos meus braços. Beija-me deliciosamente os lábios olhando-me nos olhos. Diz que me amas, diz que precisas de mim, não digas palavras vazias, sem qualquer sentido, sem qualquer sentimento. Fala o que tu tanto me queres dizer. Diz-me tudo o que te apetece, mas no fim, pede desculpa e limpa-me as lágrimas que me fizeres derramar, abraçando-me, largando um carinho, um mimo nos lábios tenros. A tua voz treme cada vez que me olhas nos olhos, o teu cheiro permanece no meu pescoço, o sabor dos teus lábios ficam-me nos meus. E agora eu vejo a alegria nos teus olhos, somos o que éramos suposto ser. Isto é tudo mais do que um sonho. Nunca desejei tanto aquilo que estamos a viver, apesar de saber que um dia vamos ter de dizer adeus às mãos dadas, aos beijos que damos em desejoso pecado, ao prazer carnal, aos desafios que por vezes enfrentamos e a vida que por breves horas temos juntos. 

É tão bom desejar-te a melhor vida do mundo, desejar-te as melhores felicidades com esse teu príncipe que mantens guardado no coração. É gratificante ver um sorriso teu, um olhar brilhante.

Não me tenhas medo, eu não sou o lobo mau! Eu sou o que vês. Não sou inocente nem livre de pecados.

quarta-feira, novembro 20

Não quero que chores a minha partida...

Acordar todos os dias de manha e olhar para ti enquanto dormes, faz-me aquecer o coração. Chego a sorrir quando observo esse lindo e bonito sorriso no teu rosto. Adoro os momentos em que me vou para levantar da cama e em que tu apercebendo-te da minha ida, deixas-te  ficar de olhos fechados e esticas a mão para me deter na minha ida para longe de ti. Dizes então carinhosamente "Fica! Fica meu amor! Só mais um bocadinho..." E eu respondo "Mas tenho de ir trabalhar." - " Eu sei, só até o frio ir embora então." "Haha está bem princesa. Ó que bela adormecia me saíste."

Costumo chegar o meu corpo para junto de teu e sinto-o tremer. Abraço-te e aperto-te com força contra mim. Enroscas-te  no meu peito e sussurras "Obrigado meu príncipe!". A minha mão direita não se cansa de te acalmar os sonhos, de te tocar ao de-leve os cabelos caídos na almofada. Esfregas o nariz e coças o olho, como se tivesses uma comichão muito incomodativa, mas sou apenas eu a dar-te amor, a estragar-te com mimo. Respiras fundo e soltas o ar sobre o meu peito, ao sentir o calor, alegro-me. Aproximo-te dos teus lábios e beijo-os com paixão e saudade. Fecho os olhos e espero que me dês um sinal. E esse sinal é a tua mão a envolver-me o pescoço puxando-me para ti. Olho o despertador com desagrado. Já se está a por tarde e tenho mesmo de sair. Beijo-te a testa e saio sem muitos movimentos bruscos, não te quero tirar esse sorriso do rosto, não quero que chores a minha partida, quero-te assim, simples e carinhosa, simples e calorenta.

Dormes como um anjo sobre uma delicada nuvem branca.

Sorri meu amor, sorri...

Quero dar-te tudo o que tenho, tudo o que sou. És um cantinho no mundo, um lugar seguro onde posso deitar a minha cabeça a chorar por um bocadinho para assim tirar este peso da consciência, este stress que a vida me dá todos os dias, estes anseios de sonhos e de futuros que tenho na cabeça. 

Eu sei que também choras, que também sofres como toda agente, talvez mais um bocadinho, talvez menos. Eu estou aqui e vou estar sempre aqui se precisares de mim, se precisares de alguém para te ouvir. Estou aqui e não vou embora. Dou-te um ombro, dois se for preciso. Vou sempre limpar-te essas lágrimas quando escorrerem bochecha abaixo. Segurar-te-ei as mãos e aquece-las-ei quando for preciso. Pegar-te-ei ao colo quando já não conseguires mais, quando o cansaço da vida te der uma valente porrada nas pernas. Estou aqui, vou sempre estar. Quero colocar um sorriso nesse rosto tão lindo, dar uma luz para esses olhos brilharem como mais nada no mundo.

Sorri meu amor, sorri, espera por mim pois estou a chegar.
O que eu dava para ouvir a tua voz ou para ver esse teu querido sorriso neste momento. A vontade de te apertar contra o meu peito e dizer que podes chorar o quanto te apetecer, mas para ficares calma e descansada que não irei embora, não te vou largar a mão. Tu fazes-me sentir tanta coisa boa.

terça-feira, novembro 19

Vi com o meu...


A pele clara pela falta de sol torna-te tão perfeita, torna-te tão bonita aos meus olhos. Quero lá saber dos defeitos que achas que tens, tanto físicos como da tua personalidade. Pouco se me importa que tenhas demónios como eu, pouco me importo com os maus sonhos que tenhas, com as vontades que a vida te der, desde que esteja contigo e na tua mão possa tocar sem muitas grandezas, apenas a simplicidade de te dar um amor pelas pontas dos dedos. É sobre os teus olhos que eu tantas vezes me perco no dia-a-dia. Também é nos teus olhos que eu adoro perder-me, deixar cair o cobertor que me cobre o corpo do frio, pois cada vez que te beijo, tudo à minha volta desaparece, todos os sons, todos os estragos, tudo se fica no silêncio.

Esse nariz pequeno, esses lábios encarnados, essas mãos suaves e tão delicadas, os olhos da cor do ouro, os cabelos castanhos carregados de cachos, cachos de caracóis tão bonitos. Como poderei eu fazer chegar até ti o melhor que há dentro de mim? De que maneiras poderei eu deliciar-te o coração, deliciar sobre o teu peito o mimo, o carinho, a atenção, o respeito, a confiança, a paixão, o choro que carrego na alma? 

Terei de fazer uma crueldade no meu coração, para que vejas no teu as coisas bonitas que já vi com o meu.

domingo, novembro 17

Meu delicioso Outono...


O meu Outono chegou com um olhar carinhoso que me levantou e tirou os joelhos do chão. Finalmente pude sentir uma mão com toque delicado que me acarinhou como este meu Outono. O frio ataca-me o corpo mas quando este amor aperta-me nos seus braços deixo de o sentir, quando ela chega os seus lábios para junto dos meus, os tremores desaparecem e volta um gostar tranquilo e calmo. Eu recebi-o de peito aberto, preparando-me para o pior e para o melhor. 

Eu não irei atirá-lo ao chão, não irei abusar dele, apenas o quero sentir mais e mais a cada dia. Quero poder sentir a brisa fresca da madrugada a bater-me no rosto enquanto este Outono sorri para mim com um brilho nos olhos, com um calor fofinho, com um amor a sair-lhe pelas pontas dos dedos. Custa-me tanto ter de o partilhar com o mundo. 

Ele também precisa de viver noutras vidas, não apenas na minha. O meu problema é que tenho muito medo de o perder. Fica meu delicioso Outono.

sábado, novembro 16

Mudou-me a alma...


O momento em que vi as tuas mãos a tocarem o meu corpo, as tuas delicadas mãos que me deram um sentimento tão profundo que acho que bati no fundo da minha alma. Olhei-te nos olhos e vi esse teu rosto carinhoso, esse teu rosto de bebe que me dá tanto agrado ao olhar para ele. Esse nariz traquina, os lábios aventureiros, o peito desassossegado de tantos amores, de tantos desgostos e tormentos. O teu corpo treme, o teu corpo geme, dá-me sinais de que é agradável os movimentos que executamos em plena sintonia. - "Beijas tão bem!" dizes-me tu ganhando um brilho nos olhos e eu ganho apenas bochechas rosadas e uns lábios que se ficaram pelo tímido.

Maravilho-me cada vez mais a cada toque teu nos meus lábios, a cada vez que cheiro o teu pescoço e sinto o teu cheiro característico e tão bom. Eu já mal sei o que te dizer, encantas-me a alma, alegras-me os dias. Eu vejo a minha vida contigo, mas também sem ti. Consigo imaginar-nos aos dois juntos, com dois lindos filhos, com uma casa cheia de alegria onde todos os nossos amigos podem lá ir e podermos estar algumas horas juntos a discutir ou a debater qualquer coisa.

O teu olhar mudou mudou-me. Mudou-me a alma.

quinta-feira, novembro 14

Provocas o meu corpo...


Provocas o meu corpo ao ponto de me fazer gemer de prazer, de me fazer arranhar-te o corpo. Que desejo me causas nas pontas dos dedos, a vontade que me dás de te rasgar a roupa, de te puxar contra mim com ainda mais força. Fazes-me arrepios no peito, fazes-me cócegas no coração. Esse teu linguado molhado, provoca-me os calores, leva-me quase aos extremos do prazer. Mas tu és má! Paras antes de lá chegar, não continuas com o desejo que de os nossos corpos quererem ver-se juntos.

Esse carinho que tens nos olhos, a emoção complicada de te explicar. Eles brilham, eles choram, eles emocionam-se quando me vêem, quando me deixam de ver, e ganham uma nova excitação quando passa um rapaz que não te importavas de "comer". És vida dentro de um corpo jeitoso, com um rabo jeitoso e um peito tão acolhedor. Não é o dinheiro que me deixa feliz, não é o trabalho que me faz acordar todos os dias cedo, é mais o facto de saber que assim que te disser bom dia ficarás com um sorriso no rosto e isso é o que mais importa. Vem percorrer o meu corpo com esses teus lábios provocadores.

Ainda tenho o teu cheiro no meu pescoço. Não tenciono tirá-lo de lá!

quarta-feira, novembro 13

Onde irei encontrar alguém...


Guardo sempre um carinho no bolso para depois mais tarde to dar com alegria, to dar com prazer e satisfação, ara que possa fazer-te sorrir, para que possa ver esses teus olhos a brilharem com uma chama estranha e tão quente. Uma chama que te aquece as mãos, que te aquece o peito e o coração.

Tu das-me alento, das-me esperança.Quantas vezes te tenho de dizer que mesmo quando choras, mesmo quando és má, tu és linda, és a minha musa, a minha maior perdição e distracção, és o pecado, és o demónio com o qual eu luto. És quem me dá cabo da cabeça, quem me dá cabo do corpo, quem me dá cabo do coração. Essas tuas perfeitas imperfeições, esses gostos, esses braços, esses lábios, esses amores, esses carinhos que me dás, sinto que não consigo dar-te o mesmo de volta.

Há uma ferida no meu coração que teimo em abrir. Curas-a por mim? Acho que não sou lá muito bom com estas coisas de coração, acho que não sou bom a arranjar corações estragados e pintados de preto, tal como o meu. Se conseguires arranjar fica com ele. Ser-te-à mais útil.

Onde irei encontrar alguém tão perfeita como tu? O que eu adorava ver-te sorrir neste momento. O que eu dava para te ver neste preciso momento. Tenho saudades do teu calor, saudades do teu cheiro, saudades do teu olhar, das tuas palavras, da tua voz, do teu nariz, das tuas maçãs trincadas. Eu sei que sou um rapaz imperfeito, o pior de todos eles e sei que perco por ser assim tão imperfeito, que te perco a ti a cada minuto que passa, que me cheguei a ti e agora sentes que estou a mais e que talvez precise de ir embora. Mesmo quando o sol não nasça, continuo a cantar para ti, mesmo que não veja o teu olhar, permaneço com o teu rosto na minha memória. Mesmo saudoso dos teus lábios guardei delicadamente e com muito jeitinho alguns dos teus melhores beijos num cantinho do meu coração, para que sempre que precisar de me animar possa lá ir buscar-te um beijo. Um beijo roubado com carinho.

Limpa-me as lágrimas.

terça-feira, novembro 12

Tu és um pedaço do céu...


É com esse teu sorriso que começas a dar alegria ao meu dia. O teu corpo transmite vida, transmite a delicadeza de um coração aventureiro que no fundo também gosta de carinho, que também gosta de sofrer um bocadinho de amores profundos. As mãos são a tua chave para me atacar o coração, os seus pequenos gestos soltam em mim deliciosos sentimentos que me dão alegria.

Oh que pecado me és no coração, que espinho nas minhas mãos. Como te gosto de segurar, de sentir as tuas mãos no meu rosto, de saborear os lábios que mesmo secos conseguem dar-me doces desejos a cada toque. Tens a vontade de viver intensamente e a vontade de amar apaixonadamente. Também eu tenho essas vontades. Sorri para mim e junta numa pequena bola o teu bonito cabelo, fica-te super fofo.

Tu és um pedaço do céu.
Santificado seja o teu amor, tanto nos lábios como no coração.

segunda-feira, novembro 11

Os teus beijos são doces...


As tuas mãos choram sobre o meu peito. Aquecem-no como carinho, com vontade como os teus beijos me aqueceram os lábios. Aninhas o teu rosto no meu peito e usas as minhas mãos para te acariciem pausadamente a cabeça e o corpo, respirando delicadamente, tal e qual como és em pessoa. Tu meu carinho. Passamos o dia deitados no sofá a ver filmes, a conversar e a beber chávenas com chocolate quente ou aqueles cafés em copos do café da esquina. Quando te levantas para ir apenas ao quarto de banho detenho-te com rapidez porque eu não te quero longe de mim nem um segundo que seja. Não quero! "Fica!" digo-te eu com o coração já a pular-me no peito. O teu rosto diz-me que voltarás o mais rápido possível para os meus braços, onde tu costumas dar os teus mimos, o teu carinho, a tua alegria contagiante.

Adoro quando me levantas o queixo com a mão quente. Adoro quando me confortas com esse olhar. Não queres que chore diante de ti, por isso passas os meus momentos de tristeza a limpar-me as lágrimas do rosto uma a uma. Quando elas chegam aos meus lábios beijas-mos segurando-o até que sintas que parei de chorar.

As lágrimas são-me salgadas, mas os teus beijos são doces.

domingo, novembro 10

Cuida dele por mim.


Os teus olhos durante a noite fecham-se e os meus mantêm-se abertos, porque eu não sou capaz de os fechar, porque tenho medo. Tenho medo que desapareças tão rapidamente como surgem miragens no deserto. Tenho medo que assim que fechar os olhos tu te vás embora deixando-me a dormir na cama. Quantas vezes tenho eu de te dizer que caíste no meu coração e de alguma maneira maravilhosa conseguiste ficar e encaixares-te na minha vida de uma maneira tão mágica, tão simples, tão carinhosa e acolhedora. Que... És uma inspiração, um cantinho de refugio, onde te posso dizer tudo, onde te pergunto coisas tão estúpidas que por vezes sinto que deves achar que sou louco, que realmente só posso ter o diabo no corpo e que mesmo assim dás-me a mão e sentes o meu coração bater levemente. Ou outras vezes com força quando me beijas sem eu estar à espera.

Oh se eu te pudesse ter clonada, se eu pudesse conhecer assim alguém como tu, alguém com essa vida tão extraordinária dentro de ti, com perfeições e imperfeições. Olha-me nos olhos e chora. Quero ver-te chorar porque gostava de te aconchegar nos maus momentos, gostava de poder saborear essa tão bonita testa mais vezes, de passar as minhas mãos no teu cabelo e de sussurrar as palavras que tenho guardadas só para tas dizer a ti.

Toma o meu coração! Cuida dele por mim. Eu sei que farás um bom trabalho.

O que os teus olhos vêem...


Oh querida, como gosto de te tocar no rosto, de te ver com esses olhos a brilharem quando sorris, quando te cresce uma alma nova quando te faço rir , quando te toco no rosto e te acaricio as têmporas ou o nariz, as bochechas e esse pescoço seco que solta aromas que me deixam enfeitiçado pelo teu corpo. Cresce uma espécie de chama que não te consigo explicar, uma coisa totalmente diferente, como se tudo o que fizéssemos juntos significasse alguma coisa, quase como se nos preparássemos um ao outro para outra pessoa, para a vida, para o mundo, para um amanha que está perto.

As estrelas choram e o que mais importa é que consigo sentir o teu corpo junto ao meu, sinto as tuas mãos sobre o meu peito que se apertam e fazes um esforço para te conteres. Gostava de te dizer como adorava tanto ver-te todos os dias, de te dar um pequenito beijo nesses lábios tenros, de ver de perto os olhos acastanhados, de passar as minhas mãos pelo teu rosto. Adoro os teus carinhos, as conversas, tudo o que parecia estranho ao inicio e que agora parece saber a tão pouco.

Deixa-me ver o que os teus olhos vêem, deixa-me partilhar as maravilhas que vejo. Se eu pudesse ao menos ficar com um beijo teu para sempre guardado na minha memória. Como se a cada vez que os quisesse sentir de novo, pudesse beijá-los mesmo que não tivesses comigo.

quinta-feira, novembro 7

Dói-me ver-te partir....


Limpaste as lágrimas do meu rosto e pousaste as tuas mãos sobre o meu peito. Aninhas-te a tua cabeça entre o ombro e o meu queixo. O teu pescoço ficou à mercê dos meus carinhos, dos meus beijos de lábios feridos.Os teus lábios são o meu remédio, princesa, perco-me quando me beijas, quando soltas a língua e me tocas nos lábios com ela. És adorável, és deliciosa, és divertida, és risonha e comunicativa. És tudo e outro tanto. Surges sempre vestida de maneiras diferentes, mas sempre tão bem vestida, gosto disso, gosto de te ver assim tão "crescida" tão mulher.

Quando te vais embora o meu coração grita, grita tanto que não o consigo calar. Ele chora, e faz-me a mim chorar, embrulho-me nos lençóis da minha cama e fico-me pelo silencio do meu quarto. Avisto a lua pela janela e penso em ti, nos teus olhos, na tua voz a ecoar nos meus ouvidos, nas palavras, na vida que trazes no corpo.

Dói-me ver-te partir.

quarta-feira, novembro 6

Só mais um pedaço de ti...


A mão suavemente passa pelos teus cabelos negros e cai sobre o peito do pescoço que agarra com firmeza, com atitude e te faz puxar para mim, para que leves esses lábios contra os meus e assim possa deliciar-me com eles. O teu corpo está a tremer e o meu mantém-se controlável, até que tu colocas as tuas mãos sobre o meu peito, logo depois me desmancho em prazeres, gemidos silenciosos.

Quero-te de novo. Só mais um pedaço de ti, por-favor.

terça-feira, novembro 5

Sorrisos em todo o lado...


Princesa! Minha querida! São esses os teus olhos que fixam tão intensamente? Meu anjo! Eu vejo os teu os sorrisos em todo o lado, eu sinto o cheiro do teu corpo nas minhas roupas! Querida! Pára! A noite cai e só consigo imaginar o teu corpo junto do meu e imagino também a tua voz, o teu bafo quente sobre o meu peito.  Eu toco nos teus lábios e olho para os teus olhos. O teu sorriso faz-me voar, faz-me sentir as coisas que há já tanto tempo não sentia. Tenho tanta coisa para te contar aos ouvidos. Eu estou bem, acho eu. Penso eu que estou bem. Mas estou para aqui a escrever na tentativa de tentar perceber no que é que isto vai dar. O tempo mata-me a cada segundo que passo sem um sorriso como o teu, sem um olhar energético como o teu, sem um mimo, um carinho de bochecha como tu dás com tanto amor.

"Olha para ti seu tolo miserável, levante, pára de estar de joelhos, as tuas preces caíram em ouvidos moucos de Deus e ele virou-te as costas, os portões do paraíso estão fechados e estás a bater nesse momento às portas do inferno. Tens sorte por não te levar a alma comigo."

Essa tua silhueta traduz-se como "Um paraíso perfeito onde gosto de colocar as minhas mãos". Essas curvas, esse rabo dá-me um gosto estranho, um gosto de os poder ver todos os dias, de lhes poder tocar, de os sentir e de te sentir a ti, com delicadeza, com aquele carinho que parece que nunca acaba. Amanhã talvez já cá não esteja.


domingo, novembro 3

Acanhaste-te sobre o meu peito...


Acanhaste-te sobre o meu peito e encostaste a tua cabeça no meu ombro esquerdo, suspiraste, remexendo com a cabeça para te chegares mais perto de mim. Beijei-te os lábios secos e logo de seguida a testa, que chegaste para a frente para ta beijar de novo. Apertei-te contra mim e disse: "Estou aqui!" Voltaste a soltar um pequeno suspiro e apertaste-me contra ti. Podia sentir o calor do teu corpo, a pureza do teu respirar, o bafo quente que batia sobre o meu ombro direito e como o teu corpo se entrelaçava no meu a fim de impedir que eu fosse retirado de ti, como se eu fosse uma almofada ou um peluche que te ajudava a proteger de monstros ou porque te facilitava o adormeceres calmamente. Deixei-me estar quieto e só não podia abraçar-te mais, beijar-te mais, falar-te mais, deter-te mais, aconchegar-te mais, porque só de te ver de olhos fechados com esses lábios tão bonitos fiquei impávido a olhar para ti, a ver-te dormir tão tranquilamente.

Poderia viver uma vida inteira que nem todas as palavras que escrevesse não eram suficientes para explicar o que o coração cala e o peito sente.

Não deixes a minha mão...


Beija-me o coração e diz que me amas. Aperta-me contra o teu peito e respira sobre o meu pescoço e não largues aquilo que seguras com tanta força. Gostava de te levar ao outro lado do meu ser, de te mostrar as coisas novas de que sou capaz de fazer, das maravilhosas palavras que te posso dedicar ou escrever. Quero mostrar-te um mundo melhor, dá-me a tua mão cruza os dedos e vamos voar juntos. Adoro provar os teus lábios, estejam secos ou deliciosamente molhados. Sinto o coração a querer falar mas sei que não o posso deixar fazer isso, pois poderei perder-te e eu não quero nada disso.

Tenho saudades desses lábios e só partiste à uma hora. Tenho saudades desse corpo, dessa paixão que te faz brilhar os olhos. Adoro a tua personalidade e a voz que te sai da boca. Adorava passar o dia contigo, de te mostrar o que já vi e poder ver aquilo que já viste. Adorava escrever para ti, adorava escrever contigo, adorava e queria, porque dizer quero talvez seja demasiado complicado ou como tu dizes "esquisito".

Mesmo que não venha a acontecer de novo nada entre nós, quero que saibas como adoro ouvir-te falar, de como adoro olhar-te os olhos brilhantes, de te saborear os lábios, de provar o teu corpo com a língua e de te ver estremecer com suspiros e gemidos delicados.

"Não deixes a minha mão!"

quinta-feira, outubro 31

Talvez amanha...


Sento-me no banco do jardim sozinho, espero-te à largas e demoradas horas e nem um sinal de ti, nem uma mensagem, um recado, um telefonema, nada. Agora tento encontrar uma solução, ou fico até que escureça na esperança de que apareças ou parto de novo para a minha vida ansiando que haja outro dia, outra hora em que possa esperar por ti. Como poderei eu fazer tamanha espera. A espera de te encontrar de novo na rua ao cruzar-me contigo e voltar-me para trás e sorrir para ti, esticar-me para te agarrar o pulso e saber que também tu procuras alguém como eu.

Se pelo menos tu pudesses ficar só por mais um bocadinho. Mas por hoje não estás, hoje não, talvez amanha, quem sabe?

sábado, outubro 26

Foi bom sentir o teu rosto...


Olá minha Alice. Acho que já não sabia sorrir, mas quando abriste a boca e dela saíram histórias da tua vida pude-me rir contigo, coisas que antes não fazia. Fizeste-me aperceber de como a vida muda tanto. Foi bom sentir o teu rosto, apertar-te contra o meu corpo e poder ouvir a tua voz, olhar-te nos olhos e ver a vida que expeles através deles. Adorei cheirar de novo aquele teu cheiro característico.

Se não nos voltarmos a ver mais, gostava que soubesses que naquele dia à noite a conversa que durou das dez da noite até às três da manhã foi uma coisa que gostei de o fazer contigo, há muito que não falava com ninguém, há muito que precisava de falar, de tirar de dentro de mim esta vontade enorme de falar com alguém. Gostei, espero que tenha valido para ti teres estado comigo, para a próxima vamos até ao café, prometo-te isso.

domingo, outubro 20

Deixa-me entrar nos teus sonhos...


Centenas de dias passaram e eu ainda penso em ti. Ainda penso no nosso primeiro beijo,nas mãos dadas e no aperto que o coração ganhou que foi tão profundo e marcante. Conheci tanta gente antes e depois de te ter conhecido, e tantas outras ainda espero conhecer e continuo aqui À espera de ouvir um pedaço da tua voz, ver um bocadinho dos teus olhos, saborear os lábios que sempre me foram tão delicados, sentir os teus cabelos a passar por entre os meus dedos.

Eu não irei esquecer aquilo que vivemos juntos. Ainda consigo ver os nossos lábios juntos, mesmo que os horrores da vida nos façam separar ainda vejo as nossas mãos dadas. Se cair gostava de cair contigo, se me levantar gostava de me levantar contigo. Como podia eu esquecer alguém com essa personalidade, alguém que arriscava as más línguas para falar o que lhe ia na cabeça?

Meu amor fecha os olhos e deixa-me entrar nos teus sonhos hoje à noite.

sábado, outubro 19

Salva-me desta ansiedade...


Salva-me desta ansiedade que tenho de te beijar!

Os meus olhos perseguem os teus gestos, os teus movimentos. A minha mente imagina as minhas a percorrerem-te as formas físicas, a curvas que o teu corpo moldou com o passar do tempo. Olho-te o rosto com agrado, olho-te os lábios ainda com mais excitação e anseio. Percebo que estás muito longe, muito longe para que eu algum dia te possa ter como mais do que simples amiga, percebo também que já mais sentirei o teu coração bater, os sabor dos lábios, a suavidade do teu cabelo, já mais saberei de cor as linhas dos teus olhos azulados, já mais sentirei o calor do teu corpo, já mais terei o prazer de te segurar ao colo ou de te abrigar no meu peito, de te dar um ombro onde possas desabafar e estes meus ouvidos para te ouvirem falar. Posso adorar a tua voz mas percebo que não terei o orgulho de os ouvir todos os dias de manhã.

Mesmo sabendo que nunca terei a oportunidade de te conhecer melhor, vou imaginando e escrevendo sobre ti, pode ser que algum dia calhe conhecer alguém que me faça sentir como tu me fazes sentir.

domingo, outubro 13

Talvez estejam certos...


Não podes ser substituída. Principalmente daquelas manhas de domingo em que a partir das nove da manhã vamos até ao café de excelência para tomarmos o pequeno almoço. Entre risos, mãos dadas, beijos no rosto e troca de olhares pecaminosos, deliro com o teu charme, coma tua voz, coma simplicidade com que levas a tua vida, a maneira como tratas os outros com tanta educação e quando precisas de ser mais assertiva fazes-o cm cuidado e com um tom de voz de maturidade. Não tens medo de usar o que tens de melhor. Não tenho medo quando me largas a mão para cumprimentar um amigo, pois antes de o fazeres colocas a tua outra mão por cima da minha e dizes que só vais cumprimentar um amigo. Não sais a correr como todas as outras raparigas normais da tua idade. És diferente, tens a capacidade de ser flexível e ao mesmo tempo de pensar em estar comigo. E quando digo que deverias estar sozinha porque também se precisa de estar sozinho, dizes apenas que podes estar sozinha e ao mesmo tempo fazer-me companhia, porque percebes que eu nunca te irei interromper quando a tua vida não estiver bem. Talvez por sentires que eu sou mais um pilar na tua vida, mais um apoio onde podes chorar, como sempre te deixei usar o meu ombro. Não és totalmente o tipo de rapariga que eu imaginei, mas sem dúvida que tens qualidades que mete inveja a muita rapariga.

Pode muita gente dizer que ficarias mais bonita se estivesses morta, mas talvez estejam certos em parte, porque até quando dormes consegues ser perfeita, carinhosa, tímida e ao mesmo tempo e sei que pode ser confuso, até mesmo a dormir és imperfeita. Apesar de não ligar às imperfeições porque elas são os que nos fazem querer ser melhores a cada dia, só posso apontar para onde és mais delicada.

Não me interessa o passado que tiveste. Não vivemos no passado e se tens segredos, deixa-os continuar a serem segredos. Eu acredito em ti.

sábado, outubro 12

Tudo parece fazer sentido...

Eu amo-te! Sempre amei! Amo a forma como o teu nariz fica quando te ris. Amo a doce voz que soltas das cordas vocais e que me fazem alegrar os dias. Amo quando me pegas na mão pedindo-me inconscientemente que te proteja de alguma coisa. Adoro quando falas para mim sobre o que te preocupa e contas-me os teus segredos e desvairos. Adoro quando me apertas no meu dos teus braços contra o teu peito. Adoro como o teu corpo se encaixa no meu. adoro como os teus olhos brilham quando olham para mim, a inteligência que vai nessa tua cabeça, da tua despreocupação, dessa vontade de criar vida onde ela não há, de alterar e de desfazer futuros de alterar passados na memória, de ler livros em voz doce e harmoniosa. Adoro como o teu corpo mantém o cheiro, esse teu cheiro natural a baunilha ou quando estás mais descansada, o cheiro a rosas.

Apesar de muitas vezes não gostar do tom e da maneira como falas de ti, como falas assim mal do que és, do que achas que és, do que achas que em ti te fica tão mal, quando te torna tão perfeita, tão única e deliciosa à minha alma.

Tudo parece fazer sentido quando olho, falo, sinto o teu calor, saboreio os teus lábios. 
Tudo parece fazer sentido.

segunda-feira, outubro 7

Carregas no teu ventre...

Carregas no teu ventre sangue do meu sangue, amor do meu amor.

domingo, outubro 6

Até que a morte me toque com a sua mão...

A tua cara rechonchuda faz-me pensar em querer-te mimar, dar pequenos beijos nas bochechas, pequenos pontos de carinho na tua testa, na ponta do teu nariz, nos lábios secos, provar as tuas orelhas com a ponta da língua. Passar os dias inteiros a olhar para o teu rosto. Esse rosto que me faz apaixonar, que me faz querer escrever sobre o que o meu coração sente, sobre o que o meu coração pensa, sobre o que o meu coração deseja sobre a tua pessoa. Esse rosto que tu escondes com a mão quando sorris, esses olhos que escondes quando os fechas ao chorar. 

Encosto a minha cabeça no teu ombro e levas a tua mão ao meu rosto ou aos meus cabelos tocando-lhes com a delicadeza de um anjo. Beijas-me a testa. Ou quando não lhes chegas beijas-me os cabelos, ou então pegas nas minhas mãos e levas-as ao teu peito onde as poisas e as mantens seguras para sentir o teu coração bater. 

Talvez numa tentativa de acalmares este corpo que se mata aos poucos e poucos para proferir e escrever as melhores e piores palavras sobre ti e para ti.

Até que a morte me toque com a sua mão, aguardo pelo dia em que dirás o meu nome. 

Toco-te nos lábios...


Toco-te nos lábios com a ponta dos meus dedos. Transpiro das mãos e limpo-as ás calças. Olho para os teus cabelos loiros, para os olhos azuis, para a testa carregada de sardas, para as bochechas rosadas que te deixam carinhosa. Olho para ti, para a pessoa que és diante de mim. Engulo em seco, suspiro por breves segundos por um desejo de te sentir o coração nas mãos. Senti-lo com a sua força, com a sua vida que parece não querer nunca acabar. Os teus olhos tremem, vasculham nos meus uma resposta, uma direcção, um sinal para poderes levar esses teus deliciosos lábios directamente aos meus para acalmares a respiração que começa a trocar-te os sentidos.

Assim que senti os teus lábios nos meus o meu coração parou e uma lágrima soltou-se atirando-se para as bochechas que a levaram para a ponta do queixo e lá ficou. Levantas a mão e com o dedo acolhes a gota na tua mão levas-a à boca e saboreias a lágrima saída do meu corpo. Sorris e beijas-me novamente, com mais intensidade que antes. O teu corpo cola-se ao meu e o teu coração não mostra sinais de me querer abandonar. Abraças-me e não me deixas nem por nada, não me deixas até que o beijo seja completo.

Sinto a falta de agarrar um coração pelas mãos e segredar-lhe coisas. Segredar-lhe o que o coração sente e a cabeça cala. Sinto falta de ouvir uma voz doce a encantar-me há noite.

quarta-feira, outubro 2

Começo a perder o jeito de viver as aventuras sozinho...



Pensas em mim quando estás sozinha e sem mais ninguém para te amar? Eu penso. Penso muito, porque quando estou sozinho e sem ninguém para me amar perco-me em pensamentos que não são os melhores, não são os mais saudáveis ara mim. Eu sou o homem que nunca terás e tu a mulher que nunca terei. Perco-me nas curvas do teu corpo, nas linhas que os teus olhos criam no horizonte quando olhas através de mim. Sim é assim que te vejo, senhora, rosada nas bochechas, mãos brancas e pele do corpo pálida, sardas na cara, cabelos louros, olhos azuis como a água que corre no rio, lábios cor-de-rosa avermelhados.

Estou a ficar velho e começo a perder o jeito de viver as aventuras sozinho, começo a perder a voz e no coração as conversas começam a ter mais produtividade. As mãos começam a ganhar calos, a ficarem enrugadas e deformadas, os cabelos brancos começam a aparecer e tu parece que à medida que o tempo passa vais ficando mais jovem, mais bonita, mais limpa do peso que a idade tem sobre as costas, limpa dos medos, limpa das coisas más, porque já mal olhas para trás, já mal deixas que as portas se fecham sobre ti. Soltas gritos de contente e choras quando sentes vontade.

Um dia morreremos e tudo o que fizemos e não contámos a ninguém ou não escrevemos com palavras será esquecido. Perdemos a voz, perdemos a sensibilidade nas pontas dos dedos, nos corpos, mas os olhos e os lábios continuarão a sentir o amor de cada um.

domingo, setembro 29

Posso beijar-te o pescoço?


Tenho uma enorme vontade de te beijar esses lábios avermelhados. De saber de cór o te nome e gravar o teu numero de telemóvel. Tenho vontade de voltar a ter ansiedade de receber uma sms e no meu pensamento estar o teu nome associado. Oh que vontade tenho de te segurar pela cintura e beijar-te lentamente, sentir a tua saliva a tocar-me na língua, de sentir o teu peito a respirar fundo e os teus seios a sentirem um desejo ambicioso. A vontade que tenho de saborear os teus lábios, saber de cór a cor dos teus olhos, o cheiro do teu perfume, as palmas das mãos.

Seu eu pudesse saber ao menos o teu nome...
Se eu ao menos pudesses chorar no teu ombro nos dias em que a trovoada teima em fazer-me medo com o seu estrondoso barulho. Se te pudesse abraçar com força. 

Posso beijar-te o pescoço?

quinta-feira, setembro 26

Vejo-nos aos dois...


Olho esses olhos azuis à procura de uma palavra, de um gesto, de uma força, de um motivo que me leve a soltar palavras desta minha garganta e que as transforme numa conversa. Percorro os teus lábios com os meus olhos, imagino-me a saboreá los, a provar o doce que lhes está associado. Deixa-me prová-los, deixa-me sentir os teus peitos nas minhas mãos, sentir os teus cabelos no meu rosto e o teu respirar relaxado nas minhas costas. Abraça-me e sente-me teu, sente-me preso a ti.

Vejo-nos aos dois juntos sabes? Será que sabes? Olho para ti e sinto que a cada dia te perco e a cada dia ganho mais um bocado teu. Um sorriso, um olhar cúmplice, a voz doce e os olhos que ganham vida. Excitas-me o corpo, melhor dizendo, a mente. Viajo para sítios que não existem aqui, sítios onde mais ninguém existe sem sermos só nós dois.

domingo, setembro 22

Quero mesmo...


O sangue corre-me nas veias envenenadas pelo amor que petrifiquei no meu coração de ti. Será que me aceitarás como sou? Será que verás em mim algo mais do que um rapaz, algo mais do que um simples conjunto de coisas boas e más, mais do que lábios para beijar? Mais do que mãos para segurar e um corpo para tratar? Será que verás mais do que eu vejo de mim mesmo? Lentamente eu afundo-me dentro de mim mesmo, dentro do meu coração que está como pedra desde o dia em que te vi. É tão estranho dizer-te que adoraria provar essa beleza que os teus lábios carregam, essa aventura que trazes nos olhos.

Quero mesmo saborear as costas das tuas mãos com um gesto de carinho, sentir os teus pensamentos com delicadeza quando as minhas mãos passarem pela tua testa acabando pelos cabelos. As minhas mãos estão na tua cintura e não tenho medo. 

Se me aceitares como sou poderás ajudar-me a limpar o sangue que tenho nas mãos?

quinta-feira, setembro 19

As palavras...


As palavras que uso para comunicar contigo são o mais simples que pode existir, não te quero confusa ou a pensar muito no que digo, quero-te rápida, tal como eu me quero rápido a falar de formas simples e descomplicadas. Posso agarrar-te na mão, pela cintura e deliciar-te com um beijo nos lábios ou na testa, mas as palavras que te disser serão sempre as mais fáceis de entender, porque já que o coração não se quer entender com os amores e os amores com o coração, então eu tentarei fazer-te entender tudo o que vou sentido sobre ti, por ti, e com a vida que tenho.

sábado, setembro 14

És alguém que se pode tornar...


Tenta dar o que de melhor tens no teu peito, o melhor da tua personalidade. Conta-me como és, não quero saber das tuas maldades, dos teus passados, dos demónios . Quero apenas saber pelo que vives e te motiva viver. Tu és apenas mais um olhar, mais uma alma que me pode cativar, amar, cultivar, que me pode fazer nunca esquecer.

Eu não te vou julgar pelo passado que tiveste. Não estás no passado e nem isto é o passado. Estamos no presente é será para sempre assim que irei estar contigo, no presente.

És alguém que se pode tornar especial e essencial.

sexta-feira, setembro 13

Memórias de um coração partido.



Memórias de um coração partido. Criei-te à minha perfeita imagem, meu semelhante com características que desejava encontrar num individuo de sexo feminino e que pudesse de alguma maneira partilhar a sua vida ao meu lado, dar-me a mão e carregar nos bolsos mimos e doces beijos que me pudessem satisfazer os gostos dos lábios, que tivesse por natureza um perfume. Eu faço-o sozinho por algum motivo, criei-te, criei-vos porque podia, porque desde o inicio que soube que tinha coração mas não tinha raparigas reais para amar, necessitei de o treinar para me sentir preparado para satisfazer o dar de mãos. Já lá vai tanto tempo que o coração ainda permanece partido, talvez porque ainda nenhuma se tornou perfeita, ou se se tornou rapidamente me estragou o coração e eu deixei, sempre deixei porque achava que merecia.

Julgava que a rapariga com quem ficaria seria a ultima com quem estaria para o resto da vida, mas enganei-me e ainda bem. Pensando melhor depois de cair da graça do paraíso apercebi-me de que até hoje a criação que fiz na minha cabeça já mais se irá tornar real, não posso colocar fasquias nas raparigas que conheço, não posso esperar delas a perfeição. E mesmo que eu nunca lhes pedisse a perfeição, sei que esta rapariga que criei nunca me poderá dizer um amo-te, ou dar-me beijos, abraços, mimos e poder sentir-lhe o corpo.

Ganho uma pena por não poder tocar no corpo que criei. Em breve estarei entre as estrelas, em breve a rapariga poderá tornar-se real. Não vou esperar, começo hoje a caminhar!

quinta-feira, setembro 12

Nos teus lábios....


Cada vez que olho para ti o meu nome está nos teus lábios. Ora o teu ombro ora o teu peito são dois sítios onde tu costumas fazer-me deitar o rosto para sossegar depois de um dia de muito trabalho. Posso ouvir o teu coração quente a bater com calma, despreocupada com a vida. Como gosto de te sentir assim, feliz e tranquila. Durante o dia perco-me por caminhos desconhecidos, mas chegado a casa tu estás sempre com esse sorriso contagiante que me faz de novo encontrar o caminho certo e colocar na cabeça as coisas que durante o dia perdi. As minhas obrigações, as preocupações para com a nossa vida. Sou de confiança meu amor? Acredita que se não te tivesse há já muito tempo estaria perdido no meio da escuridão, perdido entre demónios e monstros que quando estou longe de ti me amaldiçoam com as suas manhas.

Há alturas em que o sol não nasce para ti e aí chego-me para o teu lado, apoiando-te, levando um carinho à cama, um abraço em forma de mimos, um "amo-te" como suspiro põem-te logo um sorriso simpático no rosto. Mas tu não queres só mimo, queres que cuide de ti, que trate do teu corpo, da tua alma, porque quando o sol não nasce para ti, precisas de mim para te recompor, para evitares cair no fundo do abismo. Assim que começas a cair só posso lançar o meu braço para que o segures. É claro que te vou manter sempre segura, é claro que prometo cuidar de ti e a ajudar a cuidar da nossa vida, dos nossos futuros. O meu medo, minha delicada alma gémea é temer o pior para ti, temer o pior para a nossa vida a dois.

Tu foste todo este tempo o meu perfume, foste o suspirar de uma alegria que teimou em ficar no coração, marcada no peito com um sinal bem negro. Tu foste a alma que me deu vida, tu foste a alma que me deu a mão quando eu mais precisava. És como um anjo meu amor. No dia em que me encontraste eu estava de joelhos a chorar. Lembro-me de me teres tocado no ombro passado a mão pelo meu cabelo e disseste com essa tua suave voz "Não deixes que o medo te faça isso ao coração". És tu o meu mundo, és tu a força que preciso. Beija-me outra vez. Preciso de sentir que és real, preciso de sentir que estás comigo. Segura a minha mão, mete a mão no meu peito e sente o coração bater. As tuas palavras são como carinhos, são como beijos deliciosos sobre os meus lábios. Cada vez que olho para ti sinto-me a viver o momento e nada passa, nada muda, és a estrela dos meus olhos.

Tenho medo de perder alguém como tu, mesmo sabendo que és apenas uma invenção do meu coração, tenho medo de perder o jeito para escrever para ti, de escrever para alguém que encontre, ou me encontre a mim, que me diga "ei, como te chamas?" Preciso de ti...