sábado, Abril 30

O amor é aquela coisa...


O amor é aquela coisa... É aquela coisa de que toda agente fala. É aquela coisa que vai sempre tão cedo embora. Faz acender pequenos fogos, bem fundo dentro de nós. Mas tudo se perde com o tempo. E nesses tempos assim, devem-se os corações voltar a regatear os fogos que antes iluminavam tais valentes seres. Continua-mos a achar que é o coração que nos faz sentir o que sentimos quando a olhamos nos olhos, ou quando ela nos dá a mão e nos oferece um carinho seu no rosto tímido. Quando temos o dito amor nas mãos, sentimos felicidade. Sentimos aquele desejo de a deter para sempre nos nossos braços, quando a alegria nos encanta os olhares, e nos faz esboçar sorrisos.

Meu coração salgado. Minha princesa falecida, que chora pelos cantos do seu próprio quarto, sobre o porquê de estares tão sozinha e não haver nenhum príncipe ou algum rei que se proponha em cuidar tão bem, e como achas que mereces (e é certo que todos merecem tal trato) ser assim tratada. Como as delicadas peças em que  pianista pousa as suas pontas dos dedos. Eu espero, assim como tu, por uma princesa que me queira tratar, não como um rei, não como um príncipe, mas como uma homem, como um rapaz, que quer viver o que a vida lhe der. Chegar a casa e poder saber que tive 20 chamadas não atendidas e todas elas tuas. Estavas preocupada comigo porque ouviste os relâmpagos da janela do teu quarto.

Quero aninhar-me nos teus braços minha Inês. Dar-te todos os dias uma flor diferente. Adorar o teu lindo sorriso e ter-te nos meus braços, beijando-te com a tranquilidade que a natureza nos der no momento. Sentir-te o coração pelas pontas dos teus dedos que tanto tocam no meu corpo. Deixa as mentiras serem enterradas para nunca mais serem ditas. Não quero dizer-te mentiras, quero dizer-te as verdades. Os carinhos que te quero dar. Encontrar o amor da vida contigo. Trocar o meu coração pelo teu, quando o teu estiver mais forte e o mais necessitado do teu carinho que só tu sabes dar aos corações. * Vergonha *

O amor é aquela coisa que gosto de viver contigo.

17a28-04-2010

sexta-feira, Abril 29

Promete-me...

Promete-me que irás sempre ser feliz, custe o que custar.
Guardarás um carinho meu, num canto do teu coração.

quinta-feira, Abril 28

Gostava que...


Eu não ando com o desejo de ter sexo. Não preciso disso. Não é por não te ter aqui comigo. Por não ter alguém com quem partilhar o suor e a excitação do corpo. É só porque um dia irei novamente ter. E se não tiver, não faz mal. Não me preocupo. Há coisas bem melhores do que só andar a fazer isso. Digo isto porque gosto de ti. Gosto de ti o suficiente para não sentir necessidade de o fazer tantas vezes como antigamente. Só peço que te veja todos os dias, ou pelo menos alguns dias por semana. Apreciar contigo os curtos momentos que vamos tendo juntos. Fazer as cócegas que os pés pedirem e outras tantas debaixo dos nossos braços. Envolver-te num cobertor, o maior que a minha mãe tiver guardado num guarda fatos. Irmos até ao telhado, e ficarmos por ali entretidos a discutir sobre as estrelas. 

Já somos crescidos para saber o que queremos. Não temos que nos chatear. Só temos de tentar fazer as coisas que não estão bem, resultarem para os dois. Meu amor, quanto mais depressa eu estou contigo, mais depressa o tempo passa e eu não quero isso. Queria que o tempo de todos os relógios, que todo o tempo que criámos, parasse. Ficássemos só nós dois, deitados ao lado um do outro, encostados, enroscando-nos como fazem os gatinhos acabados de nascer. Digo, criar a nossa própria moda. Digo pregar-mos partidas por telefone um ao outro. Digo, cairmos de sono em cima um do outro. Para que no outro dia de manhã, as cortinas fossem abertas bem devagarinho e deixasse o sol espreitar para dentro do quarto. Apetece-me muito estar deitado na cama contigo a olhar para mim a passar ao de leve essa mão tão pequenina na minha cara rechonchuda. 

Sabes princesa? Gostava que gostasses de mim. Não digo amar. Digo mesmo, "Gostar de mim!". Mas tu não existes. Tu ainda não és real como o sol que vejo todos os dias. Não és real. Um dia serás. Eu sei que sim.

quarta-feira, Abril 27

Levas sempre...


Levas sempre um pedaço de mim quando escondes esses teus tão lindos sorrisos de mim.

terça-feira, Abril 26

Um novo sabor...



Há um novo sabor neste gelado. Sei disso, porque notei que era de cereja. E a única pessoa que conheço que usa batom de cereja nos lábios, és tu. (a)

segunda-feira, Abril 25

Beijinhos...


Beijinhos na bochecha envergonhada da Inês. *

domingo, Abril 24

Até esse dia...


A alegria, não está no coração. Não está nos olhos das pessoas de quem gostamos e nos preocupamos. Estão nos momentos. Nos momentos que vivemos com eles. Nas brincadeiras que vão surgindo ao longo de um dia. Por muito que os queiramos amar. Amar alguém pela sua beleza ou por ser divertida, descontraída e que nos faz rir, não iremos conseguir se forçar-mos o que sentimos. Muitas vezes sentimos e temos medo que as coisas não sejam o mesmo. Tudo porque temos tendência em deixar-nos de preocupar. E, pousar a simpatia por sentirmos que não precisas de fazer mais nada. Não precisamos de nos preocupar mais com o que fazemos. Para a conquistar. Pois já a temos. Porque já não lhe precisamos de roubar um sorriso debaixo da chuva, ou dar aquele abraço comprido depois de a magoar-mos. Tudo até aí, aquela magia que havia no inicio perde-se para sempre. Porque no inicio, enquanto ela não era nossa, chamávamos-lhe, a nossa bebé. A nossa princesa, vida, ar que respiramos, estrela, lua, sol, universo, coração, bochecha de chocolate. 

Depois de a termos nos braços, tudo isso deixa de fazer sentido no coração e passamos a achar que é piroso continuar a fazer isso. Não a precisamos de agradar mais, porque temos sempre medo de a perder. E ela sente o mesmo. Temos sempre medo de perder alguém que nos custou tanto a ter. Tanto dias a tentar não ser um parvo para ela. Sempre a tentar fazê-la rir seja com o que fosse. Fora isso, seremos sempre estúpidos, até ao dia em que a falta de mimo, de carinho nas pontas dos dedos começa a desaparecer. Até ao dia em que não haja nada para falar, como antes que tanto tinham em comum. Tanto tinham para dizer um ao outro e depois de começarmos a namorar, temos medo de dizer tudo. Medo de lhes mostrar que afinal só somos queridos quando não temos. Ou, que os nossos mimos podem não ser iguais aos dela, ou ela pode não gostar dos nossos mimos. Até que os dois falem um com o outro, sobre nada ser como antes. Nada ser como antes não se irá voltar a ver o amor ou a paixão que havia no inicio.

Porque, mesmo que os beijos continuem a ser dados e os apertos de coração sejam constantes como antes, a saudade acaba por faltar e os olhares já se trocam menos vezes. Porque achamos sempre que nos conhecemos o suficiente para não precisar de lhe estar sempre a gritar aos ouvidos sobre como gostamos dela. Porque ela já se ri com qualquer coisa e nós achamos que está tudo bem. Mas não está. Nunca irá estar até que ela nos fale sobre tudo e deixemos a conquista de lado e voltemos a "namorar" outra vez. E isto acontece tantas vezes. Somos mais inseguros por pensar que ela já se mostra confiante. Somos nós. Somos nós que a fazemos sentir assim. Confiante. Mesmo quando ela diz que se sabe defender sozinha, só nos quer dizer que somos os seus homens. E que nós não as deveremos deixar nunca, defenderem-se sozinhas. Mas no inicio não percebemos isso. Achamos sempre que estão melhor assim. Escusamos de nos preocupar com as confusões que ela faz. Tal como os ciumes. Como todos os choros. Todo TUDO. Porque ela se mostra confiante, alegre, e bem na relação que nem está nada para o agradável. Mas ela têm-nos. E nós a ela nos nossos braços e é só isso que queremos. Que ela continue a gostar de nós. E que continuemos a ter o sexo louco que nos faz juntar ainda mais. Mas nada é como antes. Os sorrisos já não são genuínos e as parvoíces que fazíamos com ela já não são iguais. Já são brincadeiras de criança. Mas não são e quando tudo isso desaparece, uma relação não irá durar muito. Até que um dos dois resolva ser sincero e chegar-se à frente e dizer que nada está bem. Tudo virou rotina...

Até esse dia chegar, nada é confortável. Porque há algo dentro de nós que nos perturba...

sábado, Abril 23

Lembraste de...


Olá coração. Olá menina dona do coração. Eu queria dizer-te o que tenho cá dentro e não sei como te dizer isto de maneira simples e fácil de entenderes.

Lembraste de como os nossos dedos se tocavam? Quando te fazia cócegas e tu soltavas sorrisos e palavras proibidas? Não era inseguro ao quanto o que sentia por ti. É certo que tinha necessidades, e para te ser sincero, e não sei se aguentas todas ou não. Mas vou dizer na mesma. Eu muitas vezes só me queria era vir embora de perto de ti. Queria estar longe e sentir saudades tuas. Apetecia-me fazer-te chorar, para logo de seguida sentir-te mal e ir limpar as lágrimas que dos teus olhos saem. Tu eras o meu sol. O meu amor. Eras a minha respiração. Eu só queria ter coisas para ser querido para ti. E era por isso que algumas vezes te fazia chorar, para sentir cá dentro neste coração negro que afinal o que sentia por ti era verdadeiro. Eras tu quem me preenchia a cabeça todos os dias à noite. Esperava ficar doente depois de tudo o que aconteceu, mas não. E sinto-me bem. Sabes porque te fazia chorar? Para te fazer sentir que precisavas de mim e de que não estavas sozinha. Porque o teu olhar de menina orgulhosa fazia-me sofrer. Fazia-me pensar de que não precisavas de mim para te defender. Para tratar e cuidar de ti. Que não precisava de matar as aranhas ou apanhar os ratos de que tanto tinhas medo. Roubavas-me sorrisos sem saber.

Adorava ter aqueles formigueiros na cabeça. Ou aquela impressão dos olhos por olhar para o sol com saudades tuas. De ter dores no pescoço por me colocar à janela a olhar para a lua e as estrelas que a rodeiam. Então nisso tudo, lembrava-me do teu sorriso. Do teu olhar de menina. De como me davas a mão. Do teu rabo tão querido que me fazia estar sempre a dar-lhe pequenas apalpadelas. Eras a minha rainha. A minha princesa. Muitas vezes, achava que segurava a tua mão, mas no final do dia, apercebia que sempre estivera a agarrar a minha. Porque, quando as palavras que te tentava dizer não se soltavam, devia-se ao facto de ter medo e vergonha do que pudesses pensar das palavras que usasse para conversar. Tinha medo do que o teu coração muitas vezes sentia. Adorava deitar-me contigo na cama e ficar ali. A imaginar-me ao teu lado para sempre como minha mulher. Como mãe dos meus filhos. Pensava que eras tu que me ias ajudar a concretizar todos os meus sonhos. Apreciava o momento de cada vez que te pegava ao colo. Por cada vez que punhas os teus braços à volta do meu pescoço. E hoje, estamos separados. Eu fui-me embora, porque pensei no melhor para mim. E no melhor para ti. Talvez tenha pensado mais em mim do que tenha pensado em ti. Só não te queria magoar com tudo.


Um dia, quando o amor te deixar o coração, não tenhas medo, eu estarei ao teu lado, para te dar a mão. - Era esta a frase que mais te queria dizer.

sexta-feira, Abril 22

És algo tão puro.


Não vou mentir mais ao coração. Não lhe vou roubar a saudade que tem de te ter. Tenho vontade de tocar na cara, de fazer pequenas cócegas nas tuas bochechas, enquanto as vejo ficar vermelhinhas. Ver um brilho nos teus olhos. Como se tivesses a sonhar. Ouvir a tua voz, sempre que pousasses a tua cabeça no meu ombro, falando sobre como o mundo gira à tua volta, e como eu sou o teu centro. Tu és o meu centro. Eu não te conheço. Não sei quem és. Nem o que um dia irei sentir realmente por ti, ou o que tu irás sentir por mim. Nem o que iremos os dois fazer. Eu só queria que soubesses que gostava que me adorasses. Que me desses a ver como o mundo é. Em vez de ser apenas eu a ver isso, sozinho, neste quarto tão frio que me gela a ponta dos dedos. Mas voltando ao que interessa. Queria-me encontrar contigo. Conhecer-te e saber que de cor é o teu olhar. Por muito que eu queira dar-te a mão, tenho medo que a rejeites, ou que a apertes em demasia. Sabes o que mais queria? Que mesmo que não houvesse um beijo. Não houvesse amor, nem tão pouco paixão. Queria ser teu amigo. Ser contigo que partilhasse tudo e discutisse contigo sobre tudo e chora-se por ter medo de te perder para sempre. É isso que quero sentir contigo. Sentir o medo de te perder se te largar a mão. Nada é garantido eu sei. Mas ter-te no meu colo. Sentir o teu bafo nos meus lábios. Provar os teus lábios secos nos meus tão molhados. Contar as verdades, mesmo que elas façam chorar o coração muitas vezes. Quero fazer cócegas na sola dos teus pés. Assim como ficar-mos juntos acordados a noite inteira, só para ver o sol nascer de novo. E o sol é o nosso lar. É o nosso pão. E só precisamos de nós para nos vermos e fazermos sorrir sempre. Sempre que algum de nós chorar. Quero que me venhas para perto de mim, e me segures nos teus braços.

Não quero ter remorsos do que fiz contigo. Mas antes daquilo que não fiz contigo. Dos beijos que não foram dados. Das palavras sinceras que nunca chegaram a ser ditas. Das lágrimas que não soltámos um pelo o outro. De tudo o que queria fazer contigo e não fizemos.

És algo tão puro. E não sei como te hei-de mostrar o meu coração.

quinta-feira, Abril 21

Fazes parar...


Eu só queria que visses que vales mais do que tu pensas. Fazes parar o meu coração. Deformas os meus pulmões cada vez que pousas as tuas mãos no meu peito. Só te queria roubar um sorriso quando estivesses a dormir. Para assim, nunca te aperceberes que te tirei um. Tens sorrisos tão lindos que só queria um para me lembrar de ti quando estás longe. Apesar da distancia e os telefonemas que fazemos um ao outro. Ouvir a tua voz no outro lado da linha, dá-me arrepios. A maneira de como soluças e choras por estarmos longe. Porque desatas a pensar coisas horríveis para uma menina como tu. Pensas que ando a sair com outras. Ou que naquele momento ao telefone estou com outra, a fazer sabe-se lá o que. Mas não estou. Não estou porque é contigo que eu quero fazer as coisas que tu tanto imaginas. É só contigo que eu quero partilhar a minha cama. É só contigo que eu quero partilhar os meus sorrisos. As minhas lágrimas, os meus problemas. Se tu soubesses o quanto sinto saudades tuas. O tempo que penso em ti. E muito dele é a pensar no dia em que te terei de volta nos meus braços. Te irei encher de mimos esses lábios e fazer arregalar os teus lindos olhos. Dar-te motivos para sorrir sempre que te der a mão. Ou mesmo quando uma lágrima se soltar dos teus olhos. Eu sei meu bebé. Eu sei. À noite, no teu quarto, sentes frios e arrepios, até que a barriga te diz que tem fome. Diz que tem saudades de qualquer coisa que te tirava a fome. Passavas fome se fosse preciso só para nunca me largar. Para nunca me perder. É nessas noites em que não me tens nos teus aposentos, que me gostavas de dizer, a maneira de como o meu sorriso te aquece o coração. De como o meu olhar, mesmo que muito estúpido e mau, te faz sentir segura. E que são as minhas mãos no teu rosto que mais sentes saudades. Sim. Eu sei. Gostavas de me poder dizer a maneira como os meus lábios ficam vermelhos dó de te tocar. De como tens saudades dos meus pelos das pernas, de os tentar arrancar com um sorriso maléfico no rosto. Como sentes saudades de ouvir o meu coração bater. Uma coisa que tu não dizes, mas que eu te digo que tenho mesmo saudades. São de ter as tuas mãos nas minhas e ver que são mais pequeninas que as minhas e mesmo assim, fazem-me sentir tão bem. Fazem-me pensar no futuro. Mesmo que goste do presente que tenho contigo e que tudo pode dar para o torto, eu gosto de ti hoje, agora.

Tu não falas mas eu vou falar. Tenho pena, de termos de discutir. De ralhar um com o outro e tu tenhas sempre de amuar, ou eu tenha de ficar chateado por alguma coisa que nos aconteceu. Eu só queria fazer como que tudo corresse bem. Que de um beijo te tirasse os problemas de cima. Ao passar com a mão no teu cabelo te tirasse os pesadelos do coração. Roubasse de ti, os teus medos e ficasse só com eles, para que sofresse só eu. Por ti. Por ti! Passam-se dias. Apercebo-me como os meus braços por vezes te magoam. Como à palavras que te fazem sentir mal. E eu só queria que fosses feliz comigo, esquecendo o que nos atormenta. Porque sei que podemos ser felizes. Problemas acontecem e existem para nos termos ajudar-mos um ao outro. É de ti que eu gosto. E não quero pensar no que seria de mim se te perdesse agora.
PORQUE... Porque não há nada melhor no mundo do que te ver sorrir.

quarta-feira, Abril 20

Milhares são...


Milhares são as palavras por serem ditas, depois de um bom dia se dizer. Um dia irei dar-te a mão. Irei ver filmes contigo na cama. Adormecer sobre o teu peito e tu sobre o meu. Olhar-te nos olhos e saber que o coração continua a bater. Beijar-te debaixo da chuva. Quero acordar ao teu lado e ver-te dormir, com esse sorriso nos lábios, dando-me vontades de te dar miminhos, para que acordes devagarinho. Um dia, menina que eu não conheço, terás sobre as tuas costas, o meu casaco, para quando estiver a chover, ou quando tiveres frio. Serei o homem para quem irás cozinhar. Prometo com a mão no teu peito, que nunca te irei largar, nunca. Deixarei que te aninhes no meu colo. Que pouses a cabeça nos meus joelhos. Adormeças comigo a olhar para ti. E irei tirar fotografias a cada gesto teu, para que nunca me esqueça de quem és. Para que nunca me esqueça do que foste e o que continuas a ser para mim. Ponho-me de joelhos, se for preciso meu amor que não conheço, só para te pedir que não me magoes a alma que me é tão pequenina.

Um dia serás a princesa que irei carregar ao colo. Por-te sorrisos nos lábios. E farei brilhar esses teus olhos de menina. Ainda não te conheço, mas sei que és real. Posso escrever estas coisas e não ter ninguém a quem as dedicar, mas se me deres a mão e me tratares bem, terás todos os textos do mundo dedicados a ti. E para além disso, o teu coração será como o nosso bebé. Será o meu filho que terei de proteger e educar até que eu morra. Quero morrer ao teu lado com os teus olhos postos em mim. Saber que tiveste orgulho em mim e por tudo o que fiz contigo. Tudo o que te disse ao ouvido, naqueles cantos escuros à noite onde a loucura nos deixava cegos pelo sexo. Quero encontrar um caminho para nós dois e dizer-te que és a mulher da minha vida. Mostrar-te as batidas de coração...

Com tudo isto. Só tenho de esperar que nada seja perfeito. Que nada seja planeado. É discutir, e ter-te a gritar mais alto do que, quando a razão te sobe à cabeça. E então tudo se acalma e temos os dois medos. Medo do que possa acontecer para lá disso. Não é só acalmar-te. Porque todas as lutas, todas as lágrimas que deitaremos, um dia será tudo o que nos fará rir de nós mesmos. Não será fácil ter-te no meu coração da maneira que mais quero. Nem todos os pensamentos que quero que sejam reais, se vão tornar verdadeiros. Quero pelo menos amar-te enquanto pessoa. Com todos os teus defeitos. Com tudo o que te faz ser assim. Irei fazer os possíveis para que sejamos felizes. Tudo pode acabar em pouco tempo, como pode durar para sempre. E seja o que for que acontecer. Saberás que farei os possíveis para te ver sorrir. Mesmo que as lágrimas teimam em por-te nesse estado tão triste.

Quando ouvir a tua voz, saberei que tudo é possível. Porque as coisas acontecem tão depressa e assim se vão elas com a mesma velocidade.

terça-feira, Abril 19

Dizes bom dia...



Dizes bom dia. Dizes boa tarde. Coras e tapas os teus sorrisos. Olhas-me com vergonha, com desejo sem saber que o mais sinto cá dentro. As palavras voam-me da boca, a vergonha invade-me o sorriso. Coro contigo. Sorriu contigo. Satisfaço as tentações que o coração tanto me obriga a obter. É em ti, que vejo o carinho guardado. É a ti que quero segurar mão. É a ti, que eu mais quero dar colo quando torceres um pé, quando caíres no meio da rua. É a ti que eu quero salvar. É de ti que quero receber beijos desses lábios que parecem tão delicados. Quero-te nos meus braços. Sentir o coração palpitar quando o teu peito se deixar tocar no meu. Quero que tenhas motivos para sorrir, sempre. Quando algum dia te der um motivo para chorar, sabe minha rara princesa que farei o possível para que de ti um sorriso venha ao teu rosto perder o medo.

Não quero sentir saudades tuas. Não te quero ver partir todos os dias de costas voltadas para mim. Fazer o sol sorrir e a lua chorar e às estrelas fazê-las apagar por causa do nosso amor. Vamos criar um gesto nosso.  Um gesto que nos faça sentir especiais. Sentir que pertencemos um ao outro e que a sinceridade nos invada o rosto todos os dias. Vamos tornar o telemóvel supérfluo. Criar um toque personalizado só para as chamadas. Deitar abaixo o serviço de mensagens. Ou então, deixar de as enviar. Vamos todos os fins de semana sair da casa de cada um, em direcção à vida que as cidades não nos dão durante a semana. 

Eu - Promete-me só uma vez. Promete-me que um dia serás minha. Não me importa por quanto tempo te fiques. Apenas promete-me só uma vez, que um dia irás pegar no meu coração e dar-lhe o amor e o carinho, como se fosse teu filho.
Ela - Prometo! Com uma condição.
Eu - Qual?
Ela - Que farás o mesmo com o meu. E, que nunca, mas nunca o irás deixar cair.
Eu - Prometo!

Vejo-te pegar-me pela mão, coloca-la no teu peito, olhas para mim, abres a boca fazendo então descolar os lábios, e dizes: Prometo!

segunda-feira, Abril 18

Ouço-te chorar...


Ouço-te chorar de levezinho, quando te dou colo, ou, quando te vens aninhar no meu peito. Ouço-te sofrer. Sinto o teu corpo tremer cada vez que tentas controlar as lágrimas que te borram a maquilhagem. Pergunto-te levantando-te a cabeça, direccionando esse teu bonito olhar até que me alcances a timidez. "O que tens bebé?".

Tu, pegando na manga da camisola, limpas as lágrimas, à medida que respiras fundo, e mandas um bafo quente no meu pescoço. Dizes com vozes de menina triste e sozinha. 
- "Tenho medo de te perder. Medo de que amanhã o dia acorde de pernas para o ar e tu não passes de apenas um sonho. Se isto é um sonho, não quero acordar!". 
- "Tola." 
- "Sou tola, eu sei. Mas eu quero ficar aqui para sempre contigo. Sentir o teu calor, o teu carinho nos meus cabelos. A tua timidez nos meus lábios. Quero-te aqui, comigo." 
- "Não tenhas medo." 
- "Tenho sim Pedro. Tenho medo de te largar e nunca mais te encontrar."

Por muito que queira tirar desse teu coração e dessa tua cabeça, os medos que não te deixam dormir de noite, um dia perceberás que as coisas vão e ficam. Outras vão e se perdem para sempre. Gosto de te ter no meu coração.

domingo, Abril 17

Quando tu...


Quando tu te vais embora. 
Levas dos meus lábios um sorriso. 
E esse sorriso é o teu, é o meu, é o nosso.

sábado, Abril 16

O olhar voltará...


O olhar voltará a sorrir. 
E o provador de corações serás tu.

sexta-feira, Abril 15

Olha para mim...


Linda menina. Olha para mim. Tremo só de te tocar. Treme-se-me a voz, só de olhares directamente nos meus olhos. Aprecio a conversa que mantens com todo o gosto. A vontade que tens em dedicar parte de ti neste meio que se vai criando entre nós. Ambos temos aqueles sorrisos bonitos, aqueles gostos estranhos e confusos que nos fazem soltar mais perguntas. Todas elas um ao outro. Toca-me de uma vez com um só dedo, numa parte das minhas pernas. Pousa a mão no meu peito e chega-te diante de mim. Arrisca-te, que eu também vou arriscar tudo, para roubar de ti, um sorriso, um beijo encantado.

O que sobra de ti. Eu quero para mim.

quinta-feira, Abril 14

Beija-me...


Não são suficientes as palavras com que te escrevo para deter de ti o teu coração? Ter-te nos meus braços? Terei eu de dançar contigo, ser o único neste momento, só para que não me saias da cabeça? Vou fazer os possíveis, só para te ver sorrir. Acolhe-me no teu colo, rouba de mim um medo pelos meus lábios. Acarinha-me o coração e a falta de alguém como tu, através desses olhos que me perseguem nos sonhos. Sê comigo uma senhora, não uma cabra. Sê comigo uma mulher, não uma criança. 

Beija-me debaixo destas nuvens azuis que me fazem lembrar os teus lindos olhos. Aprecia comigo os vermelhos braços do sol, que se despedem todas as noites da terra, deitando na sua cama feita de tanta água, a que todos gostam de chamar Oceano.

Um dia saberei que ela gosta de mim. Um dia, ela saberá que eu gosto dela. (Só é pena eu ainda não saber quem ela é, nem ela quem eu sou. Mas não me preocupo. Tudo será diferente um dia destes.)

quarta-feira, Abril 13

A maneira de...


Aprecio as sardas na tua cara e os teus olhos pequeninos. Os teus lábios curtos de volume, sobre os quais os pintas de tons negros ou vivos, como a cor do teu vermelho sangue. Os caracóis que te caem sem aviso sobre os ombros, como se alguém te estivesse a chamar. O coração que mesmo não o vendo, vou apreciando à medida que os teus olhos vão olhando para mim. À medida que nos vamos tentando conhecer da melhor maneira possível. 

Eu nunca tive uma maneira de planear a maneira de como te conhecer. Tenho apenas ideias de como te posso saber de cor os teus tão horríveis segredos.

terça-feira, Abril 12

Algumas vezes...


Algumas vezes, gostava de te poder dizer tudo o que sinto.

segunda-feira, Abril 11

Não vou mais...


Não vou mais partilhar contigo as vontades de te tocar nos lábios. Os dias passam. São poucos e a saudade acanha-se num canto do meu coração. Lembra-se de ti. Mas digo-lhe para não se preocupar. Que um dia terá alguém com quem se preocupar. Não hoje, não amanhã. Um dia terá alguém a quem a mão agarrar e soltar os sorrisos, por muito medo que os tenha de deitar cá para fora.

Um dia no futuro, tudo pode ser diferente de hoje. Tudo pode ser melhor. (Foste um bem para mim)

domingo, Abril 10

Procuro de novo...


Procuro de novo nas recordações que passei contigo, todos os bons momentos.
Ignorando qualquer mau bocado que tenha então acontecido.

sábado, Abril 9

Neste momento...

Neste momento. Do que tenho mais saudades, é dos teus mimos.
O que mais me faz falta é uma amiga.

sexta-feira, Abril 8

Não há certo...

Não há certo ou errado. Há apenas o que queremos que seja real.

quinta-feira, Abril 7

Acanha-se o medo...


Acanha-se o medo das palavras que querem ser ouvidas, mas que não se deixam falar.

quarta-feira, Abril 6

Ensinei-te a construir...


Ensinei-te a construir e manter um castelo. Tu só o sabias destruir.
Cá me mantenho de pedras na mão, a concluir aos poucos, com a tua presença o castelo que construí para nós. Deixa lá as flores de lado, ou o que fica mais bonito. Temos de fazer coisas funcionar em condições. Serem simples e perfeitas. Espero sempre que se faça noite, para fazer calar os teus mais horríveis segredos. Espero pela noite para ver o teu olhar brilhar, por causa das lágrimas que soltas quando a distancia nos separa uma vez mais. Só à noite é que o teu coração se acalma.

terça-feira, Abril 5

Devo dizer...

Devo dizer que tenho pouca paciência para as tuas birras.

segunda-feira, Abril 4

Quero levar-te...


Quero levar-te comigo para onde os anjos vivem.

domingo, Abril 3

A tarde de ontem...


A tarde de ontem. O teu rosto protegido pela escuridão que se abateu no meu quarto. Sentir-te ali bem perto de mim. Ouvindo a tua respiração no meu peito. Adormeceres sobre ele e sentir-te feliz. Fez-me aperceber de que sou feliz contigo. Cada vez que penso em ti, e neste nosso pequeno momento, só sei que me fazes o homem mais feliz. E espero eu, fazer-te a mulher mais feliz de todas. Foi tudo tão bom, natural e profundo e falando em jeito de mulher. Penso eu que esse pequeno momento ontem nos juntou ainda mais. Pude sentir o que ia no teu coração. E do fundo do meu, pude dar-te o carinho que à tanto te queria dar. Mas nunca soube quando o devia dar. Ter-te ali, nos meus braços, foi a melhor sensação que já me pudeste ter dado. 

Senti-me o teu homem. E tu a minha predilecta mulher. Não sei como será o dia de amanha. Acredita apenas que quando te digo que quero casar contigo, que estou a dizer a verdade. 

sábado, Abril 2

Não é apenas um sonho...


Só estamos tu e eu.
Um, tudo o que eu já perdi e ganhei contigo.
Dois, tudo o que já fizeste por mim.
Três, o amor tem dias difíceis.
Quatro, olha o que já construímos.
Cinco, amor não chores, não grites. Fecha apenas os olhos e vive comigo este sonho.

 Não é apenas um sonho... É um sonho que se torna perfeito.

sexta-feira, Abril 1

Passaram a ser reais...


Ainda me lembro do dia em que disseste que tudo à tua volta não passava de uma má canção.
Hoje, já dizes que te faço partir os sonhos. Fazes caretas ao meu coração. Pois sabes que os sonhos passaram a ser reais.